segunda-feira, 1 de junho de 2015

Primeiro a Calmaria, enifm a Tempestade

Durante o período chamado de Gênesis, foi chamado de um período de início conturbado, mas quando a paz se solidificou, ela operou por muitas gerações, e nenhuma desavença surgiu entre as crias de Yev e as crias de Azon. Como um ato de paz entre Yev e Azon, unidos em poder e mente eles criaram dois seres, Ehreon e Seren, opostos de função, iguais de nascença, Seren cuidaria dos Céus e Ehreon da Terra, mas a igualdade de poder logo terminou, Seren cuidava dos puros e dignos de perdão enquanto Ehreon dos ímpios e merecedores da vingança, mas aqueles a quem Ehreon deveria cuidar, eram inexistentes, não havia um resquício de maldade no Céu e na Terra, ele se sentia fraco perante a Seren que ganhava mais e mais poder, mais influência e era amada perante os habitantes do Céu e respeitada pelos Habitantes da Terra, enquanto Ehreon pouco a pouco caía no esquecimento, até que em um dia seu nome soou apenas como uma brisa, ele adormeceu, solitário e seu despertar era incerto.

Alguns podem achar que Azon e Yev era produtos naturais do Yogh, mas estão errados, eles eram mutações, radicais livres, uma matéria densa e sólida de Yogh que tomou forma e consciência através de algum evento estranho. A Natureza estava em sua normalidade enquanto o Yogh se mantinha em sua forma pura, mas ele foi afetado, sua pureza maculada e a natureza sempre tenta retornar para o seu estado de equilíbrio. Tudo que foi criado pelo Yogh, criações feitas de sua energia, tenta retornar para a forma pura, a Terra e o Céu que foram moldados a vontade de Azon e Yev, se tornaram caóticos, hostis a qualquer coisa viva a sua volta, começou pela Terra, de suas estranhas erupções de Yogh em sua forma natural surgiram das montanhas até as planícies e depois atingido os oceanos e rios, descobriu-se que essa forma é completamente mortal a qualquer coisa criada a partir dele, o que era sólido derretia, e o que era gasoso queimava em contato com a energia.

Depois vieram os animais selvagens, enlouquecidos pela energia, todo o conceito de cadeia alimentar se esmigalhou e predadores viraram presas, e presas viraram predadores, até mesmo animais de mesma raça começaram a se matar por motivos desconhecidos. Por fim aqueles que foram criados por Azon e Yev, diferente de animais selvagens, eles não enlouqueceram de uma vez, foi gradativo, enquanto tentavam impedir e fugir daquela calamidade, alguns de seus membros perdiam sua sanidade pouco a pouco, e a discórdia se instalou, o terror chegou aqueles que eram imortais, eles temiam a morte, entre os sábios a ignorância nasceu e até mesmo a inocência não escapou, ganância, arrogância e orgulho sobrepujaram generosidade, humildade e o respeito.

Dragões se tornaram soberbos, se preocupavam em pilhar riquezas e se isolar em cantos remotos da Terra, apenas protegendo suas fortunas, as máquinas dos Áinsálfar se viraram contra eles e uma guerra pelo domínio do subterrâneo começou,. Não se sabe o que se passa dentro dos domínios dos Kenar, mas deveria estar pior do que o restante, não havia passagens para a superfície, e dado o fato da percepção dos Kenar, eles deveriam estar se matando por enxergar a verdade dentro de si mesmos. Os Céus podiam estar longe do Inferno que cobria a Terra, mas não, o Yogh também era abundante e natural dos Céus, as moradas Nimbus se desfaziam e os ventos rugiam de oeste a leste, norte a sul, tornando a sobrevivência dos Nimbus algo próximo do impossível.

Sirius eram um dos que mais sofriam, sua proteção de Yogh, antes uma bênção incrível agora era uma maldição horrível, quanto mais rápido corriam, maior era a dor que sentiam, chegava a fazer o mais forte da matilha implorar pela morte, que nunca alcançava um ser tão rápido. E entre aqueles que podiam suportar aquela dor, a destruição viera com sua velocidade, tão rápidos quanto o vento, eles rasgavam o Céu e seus corpos se incendiava, quando não podiam mais suportar a dor, eles desmaiaram exaustos e dos Céus chamas choveram contra a Terra, complementando a destruição causada pelas erupções de Yogh.

Se os Izans já era difíceis de lidar antes, após o caos causado pelo Yogh, eles se tornaram uma calamidade móvel, quando separados a destruição não parecia produtiva, todos eles se uniram, formando apenas um Izans, um monstro abissal que devorava tudo a seu caminho, e ele desceu até a Terra onde poderia destruir mais coisas, montanhas inteiras foram destruídas, levando também partes do reino dos Áinsálfar, Dragões Anciões tão antigos despertaram para lutar contra essa ameaça, seus sopros queimaram as nuvens, seus números eram pequenos, mas seu poder unidos eram o bastante para impedir que esse Izan gigante se alastre por toda a Terra.

Azon e Yev estavam analisando aquele fenômeno, pensando em um jeito de impedir que aquele desastre destrua os Céus e a Terra por completo, mesmo que eles parem a destruição do Yogh, não haveria como impedir que ele afetasse as raças, e mesmo que as destruíssem as novas sofreriam da mesma forma. Só havia duas coisas a se fazer, ou eles destruiriam toda a criação retornando o Yogh ao seu estado estável, ou eles uniriam suas mentes com o Yogh, permitindo controlar toda essa energia com a imensurável força de vontade e poder que detinham essas Entidades. E foi o que Azon e Yev fizeram, Yev se uniu ao Céu e Azon a Terra, as calamidades causadas pelo Yogh cessaram, mas as suas Crias ainda estavam sofrendo, restava para Seren retomar a ordem, mas havia muita maldade e corrupção, isso enfraquecia Seren, a pureza e bondade estavam em um número menor, e se continuasse a reduzir, o fim estaria próximo e uma espécie de Mundo de Destruição surgiria para sobrepujar o que restava da Paz, antes imponente sobre os Céus e a Terra.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O Gênesis do Mundo

Antes da criação, quando o universo não passava de um Grande Céu e um Grande Oceano, ambos formados por energia pura [Yogh] a matéria-prima de tudo o que conhecemos hoje em seu estado primevo. Esse ambiente dividido pelo Grande Céu [Joh] e o Grande Oceano[Zan] era chamado de O Nada, afinal, não havia além de uma extensa paisagem interminável sem leis da física ou forma alguma de um ser mortal sobreviver, mas tudo parecia estar em perfeita harmonia e paz.

Um minuto mais tarde, o Grande Oceano começou a borbulhar, como se estivesse sendo aquecido e estava evaporando, mas um imenso vórtice se abriu em seu centro, O Grande Oceano estava sendo sugado e absorvido por uma forma singular, um ovo para ser preciso, que brilhava em sete cores visíveis e outras milhares mais imperceptíveis. Quando terminou, o Grande Oceano fora completamente devorado, restante um imenso vazio contemplado pelo Grande Céu, porém ele não parecia estar saciado, o ovo subiu até o Grande Céu, ele queimou em sete chamas de sete cores e quando preste a se chocar com O Grande Céu, ele se dividiu em dois, um subiu e diferente da outra parte, ele se chocou com o Céu e antes limpo e em colorido azul, se tornou nublado com brechas que davam espaço para feixes de luz, como em uma dia ensolarado que de repente ficou nublado e as nuvens disputam um lugar com o Sol.

A metade que caiu para o vazio tomou forma, ganhou consciência, assimilou uma aparência de um dragão dourado colossal, asas de plumagem, quatro chifres e uma longa crista prateada. Seu nome era Azon, o Deus-Dragão do Cosmos, quando criamos uma Escala para medir a categoria de criaturas, Azon seria considerado o mais alto nível, uma Entidade Cósmica, aqueles que manipulam as leis, criam a matéria e a energia do Nada a partir de sua vontade, e outras habilidades que nem os Mortais ousam sonhar ter, seria poder demais para pessoas que tem muito a perder.

Já ciente do passado e futuro, ele viveu o presente, autodenominado Senhor desse Universo, dotado de sabedoria e conhecimentos naturais, estava preste a dar um uso ao poder e conhecimento concebidos ao nascer, quando a Metade que subiu até os céus brilhou intensamente, que os feixes de luz rasgaram as nuvens que os bloqueavam. Um feixe mais denso desceu até a altura de Azon e uma figura feminina, mais semelhante aos humanos, o encarava com o mesmo ar de superioridade, indiferente quanto os poderes do Maior dos Dragões, ela também era uma Entidade Cósmica, Yev.

Yev olhava para Azon, e este para Yev, como se decidissem que os próximos minutos do Universo vazio fossem ser de Caos ou de Paz, um momento de um suspiro que durou uma eternidade, e a escolha foi a Paz, mas a coexistência seria limitada, Azon criou um mundo com a mesma extensão desse universo, Mares com águas límpidas e terra recheadas de fauna e flora, ele também criou os Dragões Anciões, os primeiros seres conscientes do mundo e imortais como seu criador, eles viveriam em conjunto com os Áinsalfar, elfos que povoaram as cavernas e caminhos no subsolo, sua pele era cinza, os cabelos eram negros, e de estatura mediana. Tão profundo no chão, mais fundo que o reino dos Áinsalfar, foram criadas criaturas a partir do calor e das rochas sanguinárias, seres esse que são vulgarmente chamado de Demônios, são os chamados Kenar, criaturas de pele escura com partes de rocha saindo do corpo. Essas foram as primeiras raças a viver sobre a Terra.

De altitudes tão altas que apenas os sons dos fortes ventos eram ouvidos, em meio a nuvens colossais, mas aquilo era a Paz que Yev desejava, e assim como Azon, ela povoou o Céu, o povo que viveria dentro das nuvens, Nimbus eram eles, criaturas de cabelos brancos, olhos azuis e pele pálida, em suas costas longas asas brancas, os segundos a virem foram os Sirius, eles vivem acima da morada dos Nimbus, eram como lobos brancos que se moviam tão rápido pelos céus que quem os contemplasse, veria um rastro de luz surgir e então sumir. E por ultimo aqueles que vivem abaixo da morada dos Nimbus, Izans, seres com a forma de tufões de ar, eram poucos comparados ao seus irmãos, mas tão grandes quanto uma morada de Nimbus.

Essas foram as raças que povoaram o Gênesis, enquanto Dragões Anciões, Áinsalfar e Kenar viviam na Terra, os Nimbus, Sirius e Izans viviam no Céu, coexistindo sem nunca entrar em contato, evitando que a Paz seja perturbada e temendo que a pouca paciência que entidades tinham entre si esgotasse, e uma guerra sangrenta se iniciasse.

Mas essa coexistência pacífica tinha fundações frágeis, e em nome da Paz entre o Céu e a Terra, ambas as Entidades se uniram para criar dois representantes do Céu e da Terra, Seren para governar os Céus em nome de Yev, também seria aquela que guardaria a alma dos puros entre as raças e concederia o perdão aos justos, e Ehreon para governar a Terra em nome de Azon, punindo os ímpios e concedendo a vingança aos necessitados. Por muitas gerações a Paz reinou, todos eram puros e o pouco que faziam de malévolo não passava de inocentes brincadeiras, e qualquer deficiência na sociedade era consertada, por muitas gerações... Ehreon se manteve adormecido pela nula existência de sua essência.

terça-feira, 12 de maio de 2015

A um grande recomeço!

Boa noite a todos.
 

Apesar da revitalização do blog não estar pronta, eu resolvi começar os trabalhos por aqui, porque acredito que a melhor forma de incentivar é fazermos nós mesmos.
O conto que se segue foi escrito para o RPG online, mas nunca chegou a ser postado... que bom pois agora posso por ele aqui sem ser repetitivo. Ele não tem muito a ver com o mundo do RPG e nem é algo muito bom, mas vá lá!




As Respostas Vivem Dentro de Nós



Alguns duvidam da minha existência, outros têm certeza de que eu sou apenas uma das muitas criações da laboriosa e criativa imaginação humana. Mas... nós estamos aqui, entre os palpáveis e factíveis “vasos de barro”. Nós existimos. 

 O homem adquiriu ao longo do tempo a insidiosa mania de crer apenas no que seus sentidos falhos, e muitas vezes mentirosos, podem captar. Eu não posso ser captado pelos sentidos humanos, portanto, não sou real.

 Estou sobre uma obra da mente humana, trabalhada com certo esmero, posso ver: um arranha-céu.

 É engraçado ver os humanos glorificarem a si mesmos através das suas obras. Eles se acham magníficos por coisas que criaram, enquanto a verdadeira glória são eles mesmos, os que se esquecem de si.

 O mundo dos homens é grande e cheio de problemas que parecem insolúveis, mas na verdade não o são. A maioria dos problemas da humanidade é criada por ela mesma, e sem que ela perceba acaba se afundando mais e mais, até que fica difícil se erguer novamente. Essa é uma das razões para a minha existência. 

Neste momento eu vejo uma bela moça, jovem e de rosto cansado, no entanto bela, sair de seu trabalho enquanto o sol se põe num crepúsculo que merecia ser retratado por um mestre renascentista. Porém a mocinha lá embaixo está com os pensamentos revoltos demais para reparar nele. Eu posso ouvir os pensamentos dela; e até para mim, que já ouvi e vi muitas coisas desde muito tempo, eles estão confusos, difíceis de entender e interpretar. Ela precisa da minha ajuda.

 Num instante eu estou ao lado dela, caminhando. Ela não me vê, é claro, mas de certa forma sente o meu afago como se fosse apenas o vento anunciando a chegada de mais uma noite de inverno.

 – Você não pode se entregar desse jeito – digo – Você sabe o quanto batalhou pra estar na sua posição... 

A moça ouve a minha voz como se fosse apenas o seu  pensamento; uma injeção de ânimo é tudo o que ela precisa, pelo menos agora.

 Nós podemos interferir com mais propriedade em suas vidas, mas são poucas as vezes em que uma intervenção direta se faz realmente necessária, costumamos apenas sussurrar, porque isso faz emergir a resposta que reside neles.

 Eu a acompanho até em casa, vejo quando ela pega a chave debaixo do capacho da entrada e abre a porta. Ela joga seus pertences no sofá gasto, mas bem cuidado, e se joga em seguida, deixando que o sofá a amorteça, a receba como se fosse um ente querido ansioso por vê-la. A moça se entrega à letargia por um tempo. 

Ela divaga, viaja por seus pensamentos enquanto a televisão desligada reflete apenas a sua imagem, distorcida pelo visor levemente convexo do aparelho. Ao que parece a distorção da tela refletia um pouco do que ela via dentro de si mesma, uma imagem distorcida do que ela idealizou quando empilhava os tijolos que dariam sustentação à sua vida. Mas pouco do que ela planejou pôde ser concretizado. 

Eu me sento ao lado dela no sofá. Reparo que até o corpo dela mostra cansaço. É fácil planejar e ter esperanças quando você é apenas uma jovem sentada numa cadeira em uma sala de aula. É fácil desenhar no quadro-negro de um futuro ainda nebuloso, mas, conforme as nuances e formas do que eles chamam de vida adulta vão se delineando, a situação, por vezes, perde o controle. Os humanos acabam se deixando levar por uma rotina preestabelecida, determinada pelas suas vidas que deram errado. Tente manter esperanças e sonhos quando tem contas para pagar, quando acorda na mesma hora todo dia não importando o quanto sua mente e seu corpo estejam cansados. Você vai para um emprego onde tem que aturar pessoas (digo aturar, porque é quase impossível conviver com elas), cumprindo uma função da qual não gosta, e no final do dia, volta para uma casa vazia, que te abriga, mas não te aconchega. Não há espaço para sonhos nesse mundo real. 

Eu pretendo fazer com que isso mude, ou essa moça vai acabar desistindo de viver. 

Após um tempo de meditação ela se levanta e abre a janela. O vento de uma noite já fria aceita o convite e entra ruidosamente, balançando utensílios e jogando algumas coisas leves no chão. 

Eu aproveito e comodamente esbarro em algo que não é tão leve assim. Derrubo uma pasta, um amontoado de papéis avulsos e sem muita importância. Ela bufa, frustrada, e fecha a janela, pondo-se em seguida a recolher os papéis e tudo o mais que caiu. Ao deparar-se com a pasta, todas as coisas que estavam no chão parecem perder a significância. A pasta contém nada além de anotações antigas, vindas de uma época anterior, de uma época onde havia tempo para sonhar. E para escrever. 

Um sorriso muito belo brota no rosto da moça, como se um jardineiro regasse uma flor que não via água há muito tempo e esta abrisse suas pétalas para receber as gotas. Ela se deixa sentar ali mesmo no chão e passa a examinar aquelas folhas. Folhas de caderno, sem muito significado. Ao menos não o significado que a sociedade valoriza, mas todo um significado sentimental. Todo um valor. 

Um tempo passa e ela se levanta do chão, pondo a pasta no lugar, mas agora deixando ela visível. Ela se senta de novo no velho sofá e contempla de novo o televisor desligado, mas agora a imagem distorcida e oprimida que era exibida está diferente. A distorção mostra um mundo de sonhos, mostra a válvula de escape através da criatividade de alguém que nasceu com o dom de usar as palavras a seu favor e a favor de outras almas que por elas precisam ser tocadas.

 – Por que você não volta a escrever? – eu sussurro. – Suas histórias são tão boas que nem parece que foi você que as escreveu...

A ideia injetada parece ter dado certo, pois ela prontamente se levanta do sofá e vai para a mesa da cozinha; busca uns papéis em branco, e começa a enchê-los com palavras, até que o sono chega e ela vai dormir. O vento lá fora já está ameno, depois de estar banhada e devidamente vestida com seu pijama, a moça abre a janela de seu quarto e deita-se em sua cama. Eu ajoelho próximo a ela e lhe dou um beijo na testa, concedendo-lhe os melhores sonhos que ela poderia ter. Sonhos de esperança. Então, sussurrando-lhe uma boa noite, eu volto para o lugar de onde vim com mais uma missão cumprida.

Vai aqui com pouca coisa de diferença, mas eu mantive até mesmo os erros e repetições porque esse escritor aí faz parte do que eu me tornei e eu jamais negaria. Vão aqui os créditos à Agathe, minha querida irmã, que sempre olha meus textos. Obrigado!
Espero que gostem! Boa noite a todos.


José Nilson Jr. ([lazarus] »ΛωS« Passolargo †††)
Revisora: Agathe ([ag_ht] »ΛωS« Agathe F.)

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Cursos Grátis Online

Boa tarde galera, tudo certinho ?

Hoje vim trazer a vocês um site com alguns cursos online, diferente de outros cursos que podemos fazer na internet esse é reconhecido por várias empresas e ainda podem servir como atestado de horas para a faculdade, ou seja, é muito bom.  Há vários planos de cursos, desde os grátis (20 horas) e os pagos que oferecem todo o suporte possível. Há cursos em todas as áreas.

Bom estudo à todos!

http://www.iped.com.br/


Linoxy.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

[Critica] Assassin's Creed: Renascença - Oliver Bowden


Assassin's Creed: Renascença - Oliver Bowden 

Resumo:

Realmente, achei que seria muito melhor esse livro, mas não adequou as minhas expectativas. Não é o primeirissimo livro da série, vem depois de Assassin's Creed: Graphic Novel, Assassin's Creed Vol. 1: Desmond e Assassin's Creed Vol. 2: Aquilus, mas conta uma história diferente dessas. Passa-se no século XV e não tem nada haver com o jogo ou com as histórias anteriores.
O que achei da leitura foi uma técnica de escrita muito boa, entendi claramente o que ele queria dizer, mas o que me decepcionou foi o enredo corrido da história, faltou "aquilo" pra ficar muito bom. Penso que ele deveria ter contado a história em mais livros ou capítulos,  achei até violento o que o autor criou com esse avanço no tempo no texto. Pessoalmente, fiquei até um tanto confusa demais com a história e fatos que eu denotaria importantes simplesmente passaram por despercebidos ou rápidos demais e as coisas que poderiam ficar em segundo plano simplesmente estragaram todo o enredo e deixaram a história mais monótona, quando ele adicionou estes em destaque.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Reunião Extraordinária

Data da Reunião 17/12/2012

Horário: 20:30h
Previsão de Término: 21:00h

Convocamos os atuais líderes de clã, para decisão de punições para Fewen e Frigga, devido a problemas de discussões externas, que foram levadas a internas.

Devido a Fewen ser um dos julgados, ele não terá direito a votação nas punições.

Também é essencial a presença dos dois a serem julgados para que tenham ciência nas decisões tomadas, e palavras de defesa.

Devido a ser um julgamento particular, não será aberta a reunião a membros do clã.

Atenciosamente,

Aracnes.

Solitação de Reunião do Líder da linhagem de ordem, Nero.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Avaliação - Lúthien Celebrindal


Marseilles, França, 1802.
A nau Renard é um notório navio corsário que vem assaltando navios cargueiros franceses nos portos maiores e mais importantes ao longo da costa, e causando prejuízos irreparáveis à Coroa e aos comerciantes franceses, prejudicando especialmente as regiões de Marseilles e Paris, centros respectivamente portuário e econômico da França na época.
Pouco se sabe sobre o Renard, e quase tudo em torno de tão impiedoso navio gira em torno de lendas, pois o Renard não deixa sobreviventes. Mas o pouco que se sabe é suficiente para deixar furiosos aqueles cujos saques prejudicam. Inclusive o fato conhecido de que o Renard tem uma capitã mulher, e ainda por cima uma francesa, traidora da própria pátria. O que a França não sabe é que o caso é bem pior, pois na verdade o Renard é um navio corsário, piratas contratados por um governo. E o pior mesmo é que, no caso do Renard, é um navio francês, com uma capitã francesa e tripulação francesa, mas contratados pela própria Marinha Inglesa. Mas o grande descontentamento francês e a pressão dos comerciantes não podia se resumir só a isso para sempre.
Mesmo não sabendo de toda a verdade, a Marinha Francesa toma uma atitude, e institui uma recompensa gorda (15000 francos) pela cabeça da capitã e de toda sua tripulação, vivos ou mortos (mas preferencialmente vivos), e mais um gordo bônus para quem quer que trouxesse o próprio navio Renard. Liverpool, Inglaterra. Layla recebe um mensageiro. O homem lhe aborda e lhe entrega um recado escrito à mão, e logo em seguida vai embora. A Caligrafia é da capitã Victoria. O comunicado pede que toda a tripulação embarque de pronto no Renard. O porto não está muito cheio, e os velhos conhecidos companheiros de tripulação de Layla estão todos prontos para o embarque. Layla diz:
... - Sorria discretamente para o recado, ajeitava suas roupas e se preparava para a partida em busca novamente de um desafio novo ao lado da Capitã. - Hmm preciso comprar pão... - Sorria gentilmente para qualquer um que cruzasse seu enquanto se dirigia para aonde queria.
-- Todos pra bordo! -- A Capitã grita, assim que Layla se encontra no porto. -- As provisões já estão prontas. Vamos, seus cães cheios de escorbuto, temos dinheiro pra ganhar! Subam nesse maldito navio, e que Deus nos ajude e a Marinha da Inglaterra nos pague bem!
Layla diz:
Haha o dinheiro é o que conta certo Senhora? - Fazia um sinal para a Capitã, ao todo era uma mulher boa. Já estava ao todo trocada para não ser identificada. Os cabelos antes soltos e bem penteados com um belo enfeite de cabelo agora era preso em um rabo de cavalo alto, prendia uma bandana não deixando fios soltos para atrapalhar sua visão. Antes trajava um vestido discreto, agora estava de calça com uma camisa branca e um colete escuro apra esconder seu dote. Demais acessorios retirou e os guardou. - Falta... - Deixava sua pistola presa a cintura a direita e sua fiel espada a esquerda sorrindo por estar enfim pronta. Se dirigiu ao convez - Ordens Capitã!!
-- Certo, marujos! Vamos pôr o Renard no mar! Às cordas! -- Logo, cada membro da tripulação se punha a sua função. O navio saiu do porto em direção ao alto mar. Ao se afastar da costa o suficiente para que todos já pudessem diminuir o movimento, a capitã subiu numa parte alta da balaustrada do navio e gritou: -- Rapazes e moças! Cães, galinhas e ladrões de cavalos! Nós temos uma nova missão.
-- Recebi uma excelente dica de um tripulante de um cargueiro francês quando fui, há pouco, a Londres. A Inglaterra precisa de carvão, companheiros, e é isso que vamos dar a ela. Um navio francês com carvão saindo pelas orelhas vai aportar na França e pretende seguir para a Índia francesa. Nossa missão é interceptar esse navio logo depois de ele deixar a área marítima da França. Quero o modo de procedência usual. Nada de sobreviventes, e sejam discretos.
-- Ah, só mais uma coisa, e eu não vou avisar duas vezes: eu percebi o descontentamento de vocês quanto à questão da recompensa francesa. Só lhes digo uma coisa: não obriguei ninguém a subir a bordo do Renard, e o primeiro que fizer alguma gracinha, perde a cabeça antes de dizer "A França é uma prostituta sifílica"
Layla diz: 
... - Sorria para a fala da Capitã, era algo a se repensar, a recomenpsa pelas suas cabeças era enorme e ninguem ligaria realmente se estariam vivos ou mortos. Porem isso motivava o coração de Layla uma luta por uma causa maior e alcançar o seu maior objetivo e nada entraria no seu caminho, nem mesmo a França. - Certo Capitã!! - Novamente voltava a sua tarefa anterior pensando que carvão poderia pesar demais o naio mesmo sendo um corsario, a Inglaterra sempre queria algo mas nunca queria pouco.
  O navio partiria do porto de Havre, e em uma semana estaria longe o suficiente para que o Renard pudesse abordá-lo. O Renard teria de ser mais rápido, mas velocidade não era o problema. A própria capitã costuma dizer que o navio tinha braços suficientes para isso.
Em uma semana e dois dias, o Renard avistou o navio cargueiro La Perle D'Avignon. O Navio francês era grande, imponente, novo e cheio de bandeiras. Parecia o brinquedo de um rei. Viajava um pouco lento demais para uma tripulação que estava temendo os assaltos que se tornavam frequentes. -- Homens! -- Ordenou a capitã, do alto de uma balaustrada -- Preparem-se! Quero que vocês tomem o controle do La Perle! E lembrem-se: sem sobreviventes! Às cordas, seus cães, às cordas e depois às espadas!
Layla diz: 
Opa preciso disso aqui - Passava a mão em um chapeu de um companheiro qualquer, logo mais sorria gentilmente para ele e piscava - Disfarce e estilo em primeiro lugar, se quiser podera te-lo de volta depois. - Caso a beleza não fosse o bastante para faze-lo doar o chapeu iria persuadi-lo mais tarde. Colocou o chapeu e ponto de cobrir sua face feminina, pegou a primeira corda que viu livre enrolando- a duas vezes no punho e com a outra mão livre para pegar sua arma. Esperava o Renard chegar mais perto para eles abortarem o cargueiro.
O Renard, graças às habilidades de seus marinheiros, logo conseguiu emparelhar com o La Perle, e os primeiros marujos começaram a subir ao convés do navio cargueiro, sua capitã logo atrás. Logo os primeiros tripulantes do Renard mataram os trabalhadores do convés.
-- Homens! Ao porão! -- gritou a capitã, indo ela mesma na direção que apontava. Porém, ao abrir a portinhola de cargas, não encontraram nenhum carvão, e sim uma tropa de soldados franceses armados e preparados. Era uma emboscada.
Layla diz:
Capitã!! - Assim que estava no navio tirou sua pistola e apontou para onde os soldados franceses estavam. Atiraria sem hesitar no primeiro que tentasse encostar na Capitã, olharia ao redor para ver a desvantagem numerica e se valia voltar ao navio e recuar ou chamar ajuda. - Saiam da minha frente seus vermes franceses!! - Ia para a borda do navio e derrubaria com sua espada qualquer frances idiota que impedisse a passagem - Vamos Homens!! Capitã!
Os franceses estavam preparados. Já cercavam o navio e começavam a cortar as cordas por onde os homens desciam. Alguns, munidos de espadas, já começavam a matar alguns tripulates do Renard. A capitã travava uma luta com o capitão do La Perle. O homem, alto e ligeiramente gordo, fazia uma figura ridícula com uma pluma gigantesca saindo do chapéu, mas isso não impedia sua perícia com uma espada nas mãos.  
Layla diz: 
... - Conhecia as habilidades da Capitã, ajudaria os demais companheiros que precisavam de ajuda e tentaria eliminar o maior numero possivel de vermes franceses, numero era mais importante que habilidade por hora. Sempre chegava pelas costas do uniforme frances e fazia um corte horizontal, sempre mudando de alv
o ate chegar a Capitã com a pistola na mão e a espada na outra. - Capitã estamos encurralados!!
-- Nós não vamos conseguir fugir, Layla, mas talvez possamos matar esses malditos! -- a capitã disse. -- Homens! Vamos acabar com esses franceses!
Layla diz: 
...!! - Olhava com certo desespero ao redor, não estava pronta para peder tudo aquele dia - Capitã!! Sempre tem um outro jeito, se não tiver abriremos um!! - Tentava cortar e defender sua Capitã com a espada, econimizando sua pistala para quando fosse necessario - Vamos subir para o leme!! - Poderiam virar o barco, matar o navegador e deixar o navio solto para que o Renard viesse ao resgate.
Um dos homens do Renard grita do outro lado do convés.
-- Pólvora! Pólvora! Barris de pólvora!
A capitã grita de volta:
-- Homens! Aos barris!
Layla diz: 
Cobertura homens!! - Dava cobertura para a Capitã, depois de se assegurar que poderia matar o navegador se dirigia para a pólvora - Cerquem eles!! Da Propa a Proa!! Vamos explodir esses vermes!! - Abria a rolha de um dos barris, deixava-o no conves e o empurrava com o pé para que seguisse para o mastro, com a ignição da pistola acendia a polvora e tampava os ouvidos pronta para se jogar ao mar - Para o Mar!! 
Alguns homens ainda se jogavam no mar quando o Perle D'Avignon explodiu, e seguida a ela, uma chuva de pedaços de madeira envernizada queimada e alguns pdeaços de corpos uniformizados. A Capitã do Renard, de algum lugar do meio da confusão cheia de fumala e destroços, gritou:
-- Homens, o Renard! Voltem a bordo! A bombordo, homens!
Layla diz: 
... - Olhava para os destorços do outro navio e para alguns corpos mutilados, boiando no mar e deixando a cor da superficie vermelha. Poderia haver sobreviventes mas não valia nada procura-los na água assim. Usava um dos destroços de madeira para nadar com mais facilidade para o Renard e então para poder voltar ao navio - Aquela escoria francesa... Foi uma armadilha Capitã, como descobriram tão rapido que iriamos buscar a encomenda? - Se indagava enquanto procurava algo para se secar.
-- Aquele maldito bêbado! Deve ter sido contratado pelos franceses! Ou enganado por eles...
A capitã, logo depois de dizer isso, gritou: -- Muito bem homens! Vamos voltar para a Inglaterra! Para casa, e eu vou ter certeza de que a Marinha Inglesa, pelo menos, nos pague um bom ordenado.
Layla diz: 
... - Olhava para o mar e para o lugar aonde haviam batalhado pela vida agora pouco, nada restou e pelo visto nenhum sobrevivente para contar a historia. Sorria abordando um companheiro razoavelmente apresentavel dando-lhe o chapeu que havia em sua cabeça - Acho que isso é seu, não falei que o traria de volta? Agora o que acha de bebermos um pouco? Matar franceses da uma sede... - Bem baixinho enquanto andava cantarolava um canção pirata - Nós perversos do tipo pior, bebeis amigos woohoouu~~


Acima postado o teste de admissão de Lúthien Celebrindal, apesar de estarmos em período conturbado e fechados para recrutamento, tomei algumas decisões e estou autorizado por uma maioria de líderes a agir. Espero que possamos passar por esse período ruim e futuramente gerar RPG. Avaliem com sabedoria.
Lázarus. 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Contato

Boa tarde galera,

Como o Aracnes disse no ultimo comunicado do Blog, estou responsável temporariamente por algumas de suas tarefas.

Não vou alongar muito minhas palavras, irei informar minhas formas de contato e horários para que fique mais fácil nossa comunicação.

Horário: 20:00 às 2:00.

E-mails para contato: linox4@hotmail.com (MSN) / udiney.vilela@cheffsolutions.com

Qualquer duvida ou informação podem me contactar por esses e-mail.

Bem é só isso, qualquer coisa estou à disposição.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Comunicado - Ausência e Ata

Venho por meio desta postagem declarar minha ausência da liderança do clã, no período de 22 de novembro de 2012(Quinta feira) à 2 de Dezembro de 2012 (Domingo.)

Na minha ausência, indico como suplente que já entrara como substituto temporário. Linoxy, que já esta  a par das atividades nesse período.

Sem delongas, a ata da reunião de domingo.


domingo, 11 de novembro de 2012

Reunião urgente.

Planejamento de Reunião


Esta postagem tem fim de organizar o roteiro da reunião do dia 18 de novembro de 2012, às 18 horas (horário de brasília).


Assuntos abordados
  • Reorganização de membros em linhagens
  • Testes de elevação de estrelas.
  • Espalhar o clã nas salas.
  • Definição de novos objetivos para o clã.
  • Reorganização do clã.
  • Promoções e rebaixamentos.
  • Metas
  • Expor resultados e opiniões de membros e líderes sobre o clã em si.

A reunião terminará as 21 horas (horário de brasília), e será aberta a todos os membros do clã.

Aqueles que quiserem participar, é só estar na sala no horário previsto do assunto que tenha interesse.

Abaixo, uma tabela de horários e prioridades de assuntos a serem tratados, assim como tempo estimado para ser tratado.


Começo da reunião
Assunto Começo Duração
Reorganização do clã 18:00h 25 minutos
Definição de novos objetivos 18:30h 25 minutos
Metas 19:00h 20 minutos
Espalhar o clã nas salas 19:30h 20 minutos
Promoções e rebaixamentos 20:00h 15 minutos
Testes de elevação de estrelas 20:20h 10 minutos
Expor resultado e opiniões 20:35 20 minutos
Término da reunião


O tempo de começo é estimado, assim como a duração de cada assuntos. Caso queiram sugerir mais assuntos, ou melhor organização do tempo da reunião, é só comentarem a postagem.

A ata com as decisões, será formulada até uma semana depois. Para a confirmação dos membros participantes da reunião.

domingo, 28 de outubro de 2012

Linoxy

Lema

"A simplicidade é um dos bens mais preciosos de um homem.A palavra dita é algo simples que deve ser protegida com todo o respeito e honra que se carrega no peito." 

Como você se descreveria?

Agitado e sem graça. Simples e com sonhos mais bobos ainda, amante e escritor de poesia ( apesar de não ter uma única gravada em mente), romântico incorrigível. Adorador das coisas simples e da natureza em seu estado conservado urbano. Não sou e nunca fui uma pessoa popular tanto na vida real quanto no 2ic, e isso é bom. Não gosto das pessoas, enfim. Descrever-me é muito chato e tedioso. 






Salas preferidas 

Narrador: Aracnes
Tema: Pós-apocalíptico


Narrador: Fësant
Tema: Anime


Se você pudesse se transportar para um universo de RPG, como seria o seu personagem em um mundo destruído e seus poderes? 

Seria o personagem a sempre dizer que as coisas vão dar certo mesmo que ele sinto que no momento seguinte tudo irá ser destruído  a personagem simples que não teme demonstrar aquilo que realmente sente. Sobre os poderes seriam simples, nunca tive uma personagem com poderes Overpowers(OP'S) ou com potencial para mudar o mundo. No fim das contas só é necessário que eles sejam úteis. 

Sala em que joga atualmente

Narradora: Fabiana
Tema: Anime

Personagens preferidos



Lanternas Verdes: Gosto da frota dos lanterna verdes pela humildade que eles apresentam diante todo o universo, mesmo tendo eles algo que pode torná-los totalmente poderosos eles usam tal poder para ajudar, não somente aqueles que pertencem a sua galáxia e planeta e sim o universo como um todo ( não importando a dimensão). 




Flash: Não sei bem porque gosto do Flash, quando eu era pequeno gostava dele pelo simples fato dele ser rápido, depois ser engraçado e depois fui descobrindo que era responsável, quando li os HQ’s toda a admiração que tinha por ele só aumentou. Ele poderia escolher qualquer lugar para estar, poderia fazer qualquer coisa porém escolheu ser um herói e ajudar as pessoas. Sempre vi a velocidade dele como algo inconsciente, ele sempre desejou fazer tudo o mais rápido possível para ajudar, me ensinando que as vezes simplesmente correr para ajudar uma pessoa é válido. 


Salas em que narra

Tema: Anime


RPG que prefere narrar ou jogar 

Gosto de Adaptações de Anime, Mangas, HQ's e livros. Não gosto muito de cenários medievais diferente da grande maioria que gosta de RPG, tenho muita vontade de jogar em um cenário onde vampiros e feras da noite predominam, mas nunca tive a sorte. Também sempre gostei muito de criações próprias,cenários únicos com muita magia e aventura.

Narrador Favorito

Fësant

Toshiro/Paulo




Lema


"Se divertir é o melhor remédio."


Como você se descreve


Calmo, extrovertido, tento ser educado na maioria das vezes, gosto de fazer piadas, mas as vezes perco o controle e faço algumas cagadas por motivos bestas.







Salas em que joga atualmente

Narrador: Uria Strong
Tema: Fantasia Medieval


Personagem preferido




Ele é meu personagem favorito, por que gosto muito de seu estilo, mostrando que força não é nada perto de uma mentre brilhante,e também pelo fato de ele na maioria das vezes quando executa um plano estar sempre não só um mais dois ou mais passos a frente de seu inimigo.












Se você pudesse se transportar para um universo de RPG, como seria o seu personagem em um mundo destruído e seus poderes?


Meu personagem seria, como eu, extrovertido, tentando ajudar os outros que estivessem em situação pior que ele, tentando fazer aliados para quem sabe montar um pequeno vilarejo e começar uma pequena reconstrução de seu mundo, ele teria poderes de controlar o clima, podendo fazer nevar em um ponto e em outro estar sol, fazer chover, controlar o clima em geral, mais não em um espaço muito grande o máximo de seu alcance seria algo entorno de 150 metros, mais isso já o faria desmaiar em poucos segundos.

Narrador preferido

Uria Strong

Salas em que narra

Nenhuma

RPG que prefere narrar/jogar

Não tenho preferências, se o grupo for bom e a história cativante pra mim basta.

Sala preferida

Sala: Derradeira
Narrador: Metrux

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Reunião de setor

Venho através desta postagem: comunicar que haverá na terça-feira (11/09/2012)  as 20:00 horas uma reunião com todos os membros do setor Veritá, onde serão traçadas metas a serem alcançadas por nós afim de obter a diversão através do RPG do qual tanto gostamos. 
 Esclareço que o clã não é uma empresa, é sim uma união de pessoas com objetivo em comum, logo, ninguém é forçado a se envolver nos assuntos se não os acham relevantes. Contudo, pelo menos para mim, é fácil perceber que se temos um objetivo ( no caso o bom RPG ) temos que nos esforçar pra alcança-lo.
 Aos interessados e disponíveis  que quiserem participar: a reunião se iniciará as 20:00 de terça, tendo meia hora de tolerância, se dará na sala AWS Veritá, de cuja senha de entrada é: lazarus.



Atenciosamente: Lázarus
 Conto com a presença de uma massa interessada em ajudar!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Conto

   O primeiro de muitos (espero eu) contos feitos pelos membros do clã. O Veritas está, depois de um período  turbulento e improdutivo e tentativas infrutíferas de início de trabalho, dando o primeiro passo. Contamos com a colaboração e a criatividade de todo e qualquer membro do clã. Espero que gostem. Lázarus, fundador e líder do clã AWS; líder da linhagem Veritas.


domingo, 12 de agosto de 2012

Relatório - Naomy

  Primeiramente eu gostaria de pedir desculpas devido a uma falha com o teste da Naomy. Aconteceu uma trágica reinicialização do meu 2ic no final do teste, fazendo eu perder todo o texto, como Naomy tinha caído algumas vezes, ela somente tinha as ações finais. Foi uma falha minha, providenciarei que isso nunca mais irá se repetir.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Aracnes/Fernando

Lema
"Aprenda com o passado, viva com o presente e pense com o amanhã."

Como se descreve

"Calmo, sério, inovador, criativo, sereno. Amante das narrativas de combate e de boas interpretações. Observador, aprendendo com os erros, procurando evitar falhas futuras. Uma pessoa que não consegue ficar parada e na monotonia. Fundador do clã, estive presente nos altos e baixos. Sou alguém que nunca desiste de seus sonhos."


Salas em que narra

The Blood Wings - The Chosen One - Fourteen Chains

Academia Night Hunter

Narrador Favorito

Andrew Rodrigo, um grande amigo meu que não vejo a alguns anos. Foi com ele que aprendi o sentido de interpretar situações, cenas e combates em RPG.

Sala em que joga atualmente
Narradora: Ana
Tema: Anime, Aventura

Se você pudesse se transportar para um universo de RPG, como seria o seu personagem em um mundo destruído e seus poderes?

Seria um cientista, na busca do conhecimento, seria frio. Novas oportunidades de descobertas para sanar o problema do mundo sempre lhe despertarão interesses fazendo com que ele vá pessoalmente verificar. 

Seu poder, seria a mente funcionar como um computador devido a anos e anos de estudos e confinamento em laboratórios. Suas respostas seriam como uma máquina. Através dos olhos faria um scan de qualquer coisa necessária tirando dados necessários naquele instante, como um computador futurista. Sua inteligência elevada associada a seu olhar permitiria deduzir sempre o ponto fraco e a melhor maneira de consegui-lo assim como os pontos fortes e a melhor maneira de evitá-los. Também se auto-programaria como uma máquina, para efetuar as melhores opções em várias diferentes situações. Além de nunca esquecer nenhum dado ou imagem podendo acessá-los a sua vontade.
Personagens Favoritos
De uma vasta gama de personagens que me identifico, selecionei três.




 O primeiro deles é o Link da série The Legend of Zelda. Ele mostra persistência, mesmo não sabendo ao certo sua origem ele enfrenta os desafios sempre buscando uma forma de superá-los.











O segundo dos personagens é o Tony Stark(Iron Man), personagem da Marvel. Ele possui a inteligência, e a criatividade nas situações difíceis. 




O terceiro dos meus personagens favoritos é o Bruce Wayne(Batman), ele demonstra para mim, a forma de lidar com o medo e sempre preenchendo o vazio interior com novas oportunidades de mostrar o seu valor.







Os três personagens demonstram também a seriedade e compromisso, nunca voltando atrás de suas promessas.

RPG que prefere narrar ou jogar

Qualquer um que a história seja envolvente, mas tendo uma certa preferência pelos jogos que desafiam o raciocínio.

Sala ou mesa preferida.

O universo The Blood Wings, o qual criei e desenvolvo.

Jayme Lopes


Lema

“Não é o que você fala, mas sim como fala !”

Como se descreve

Simpático. No geral foi talvez a característica que permitiu que tantas pessoas viessem a me conhecer tanto no programa 2ic quanto fora dele, sempre preocupado em ser o mais agradável com todos de modo que as pessoas se sintam a vontade com a minha presença. Sempre tentando estar disponível para auxiliar aqueles que estão na sua lista de amigos e até mesmo os que estão fora dela.


Sala preferida

Bαรєαdσ єм Fαiяy тαil  \\//  α gυildα qυє яєиαรcє dαร ciиzαร, ρнσєиix Fєαтнєя ! 





Se você pudesse se transportar para um universo de RPG, como seria o seu personagem em um mundo destruído e seus poderes?

Apesar de particularmente ser contra clichês eu diria que meu personagem seria um sobrevivente natural, apenas buscando viver um dia após o outro para que em um deles pudesse encontrar um objetivo real para ter maior apego pela própria vida em um mundo onde a esperança deveria estar sendo constantemente testada e quase se extinguindo. A escolha do poder dependeria muito do cenário em questão, mas eu possuo um fascínio especial para a temática “Psionica”, a mera possibilidade de explorar todos os componentes dessa base me deixa empolgado ... Telecinesia, Telepatia, Psicoportação, Percepção Extra-Sensorial, seriam alguns das muitas possibilidades.


Salas em que joga atualmente

Bαรєαdσ єм Fαiяy тαil  \\//  α gυildα qυє яєиαรcє dαร ciиzαร, ρнσєиix Fєαтнєя !
Narrador: Sl4sh
Tema: Anime

Personagem favorito

One Piece

Se trata de um personagem que conseguiu fugir do clichê de “Protagonista” das series de animes / mangas antigos nos quais retratavam alguém tão onipotente que forçavam o foco a ele. Ele se mostra como um personagem que consegue reunir todos os elementos clássicos de um anime/manga Shounen de forma extrema, seja no drama, na comedia ou na ação sem que se torne algo forçado por ele protagonizar a serie.






Narrador favorito

Sl4sh

Salas em que narra

Nenhuma

RPG que prefere narrar ou jogar?

No geral adaptações de Mangas, Animes ou HQs americanos, justamente por serem mundos nos quais estou acostumado por acompanha-los efetivamente e assim estar mais familiarizados a estes. Me sinto mais capacitado a imaginar cenários com essas especificações justamente por fazerem mais parte do meu cotidiano.


sábado, 4 de agosto de 2012

André L./Dbone

Lema


"Seguir aquilo que acreditamos é o que devemos fazer, independente de acreditarem ou não em nós..."


Narrador Preferido

Aracnes



RPG que prefere Narrar ou jogar.

Interpretativos




Como se descreve

Descrever quem sou é algo difícil, talvez na próxima semana eu tenha outra opinião... ou nas próximas horas... Mas o que acho que não deve mudar vou por aqui. Talvez o que me defina seja o que eu acredito. Acredito que devo fazer o que acho o certo, mesmo que digam o contrário. Acredito que por mais difícil que seja devemos acreditar no nosso coração, e acredito que o que há de mais valoroso é estar ao lado de quem amamos... Talvez esteja errado, mas se estiver, acho que prefiro levar minha vida assim...

Sala Preferida

The Blood Wings

                             Personagens favoritos
Se você pudesse se transportar para um universo de RPG, como seria o seu personagem em um mundo destruído e seus poderes?


Meu personagem seria um humano, de certa forma normal. Em um mundo destruído certas aspirações fúteis que existem em nosso mundo estariam arruinadas, então acho que um poder  bom seria um "super intelecto" e longevidade. Minhas aspirações seriam o conhecimento das formas de vida, e pricipamente da humana. Alguém com um bom intelecto em um mundo destruído torna-se valioso, principalmente se os seus habitantes já o conheceram antes, e tem saudades, a inteligência é essencial para o desenvolvimento ou a reconstrução do que foi destruído. Além disso, dessa forma eu não seria um protagonista na história, apenas um forte apoio, como gosto de ser normalmente.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Avaliação - Jayme


Aplicador: Aracnes
Jogador: Jayme
Personagem: Walter Crowford, britânico, 28 anos, escritor de ficção
Fica aí, um excelente teste