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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Entrevista para o blog

Atenção membros! Eu (Aracnes) e Toshiro, estaremos realizando entrevista com os membros. Para posterior postagem ao blog. Abaixo segue a lista dos que serão entrevistados e por quem.

Aracnes


Nero [pulga]
Kaliel [kuakly]
Passolargo [lazarus]
Rayearth [x13]
Riey [crosshoker]
Chaos Dragon [darkwarrior]
Fewën [derokou]
Lawliet [kuroro]
Frigga [kellen]
Ana [aninha17]
Caman [camanbr]

Toshiro



Mitsuki [mit00]
Linoxy [linoxy]
Agathe [ag_ht]
Mikaela [marry1]
JeMa [shadylady]
Kevin [mdrkevin96]
Dbone [dominuscanis]
Yonesis [yonos]
Beckyarth [beckyboy]
Samuca [zekinho]

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Seção de desenhos.

Bem pessoal, devido a uma ideia, decidi abrir uma seção de desenhos de usuários no blog. Para aqueles que estiverem interessados.

Abaixo para abrir está seção de desenhos, um desenho da membra JeMa.



Os membros que tiverem interesse em colocar seu desenho, é só procurar o setor de coordenação do clã, ou enviar um e-mail com o assunto. "Seção de desenhos", para o meu e-mail, se identificando. Ou me procurando pelo 2ic.

fernando-aracnes@hotmail.com

Atenciosamente, Aracnes Fundador. Líder da linhagem de coordenação do clã.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Avaliação de Toshiro


Aplicador do teste e criador: Aracnes
Avaliado: [outwar2] Toshiro
Segue mais uma avaliação.

Personagem: Toshiro Nagizaki.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Reunião de Líderes

Venho por meio deste post comunicar a todos os líderes de linhagem que haverá uma reunião para discussão de assuntos internos do clã. Peço que compareçam sem falta, pois serão tratados assuntos fundamentais para o correto andamento do clã.

Reunião de Líderes
Data: 02/01/12 (Dois de Janeiro)
Hora: 15h (Quinze Horas)

Peço que procurem chegar na hora, pra evitarmos transtornos futuros.

Abraços,

Jean-Paul Delaroche
Linhagem de Coordenação - Líder

sábado, 24 de dezembro de 2011

Graus de Status - Oficial

Bom gente, depois de termos a postagem temporária referente aos postos do membros do clã, venho aqui trazendo a formação definitiva, que está descrita na página Graus de Status. Peço que todos leiam com atenção.

Jean-Paul Delaroche,
Fundador e Líder da Linhagem de Coordenação.




sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Avaliação de Rayearth [Ho]

Por um erro meu, não poderá ser postada a avaliação do candidato em questão, mas como quase toda a cúpula do clã assistiu a avaliação. o candidato terá sua nota postada normalmente.
Peço desculpas pela falha, a qual farei o possível para que não aconteça mais uma vez!
Ass: Passo largo.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Médias temporárias.

Os recentes avaliados tem sua média temporária, até a conclusão das notas pelos outros. Assim que tivermos cinco definidas oficialmente, virá a média final.

Avaliação - Ana

Criador do Teste: Aracnes
Local: Europa Medieval.
Avaliada: Ana
Aplicador: Aracnes
Data: 16/12/2011, 21:30.
Personagem: Rainha Margery Tyrell

Segue a avaliação da Ana, espero que gostem.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Avaliação - JeMa

Teste de admissão - JeMa Tema: Horror Atual. Local: Tinguá, Nova Iguaçú, Rio de Janeiro, Brasil. Objetivo: Sobreviver a noite.



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Novas médias finais.

Após a decisão de alteração de um dos líderes, a média das notas teve que ser reavaliada, aqui vão as novas médias finais para a determinação de estrelas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Resultado da avaliação Caman e Riey

Resultado temporário até a nota de kuroro.

Riey - Nota
Interpretação [(13+12+10+15)/4]: 12.5/25
Criatividade [(20+15+18+18)/4]: 17.75/25
Iniciativa [(18+18+17+18)/4]: 17.75/25
Atenção [(10+06+10+09)/4]: 8.75/25
Bom Senso [(10+07+06+06): 7.25/25
Total: (soma das médias): 64/100
Total: [(70+68+62+66)/4): 66.5/100

Classificação temporária: 3 estrelas

Caman - Nota
Interpretação [(10+15+10+13)/4]: 12/25
Criatividade [(12+10+06+15)/4]: 10.75/25
Iniciativa [(05+05+08+10)/4]: 07/20
Atenção [(13+11+08+10)/4]: 10.5/15
Bom Senso [(10+09+10+11)/4]: 10/15
Total (Soma das médias): 50.25/100
Total [(50+50+42+59)/4]: 50.25/100

Classificação temporária: 3 estrelas:

Situação, permitido o ingresso clã dos dois candidatos. Favor Kuroro, falta somente sua nota, para fechar o status dos dois.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Avaliação - Caman (Carlos Amaury) e Riey (Riey)

Os dias no Brasil estavam ficando cada vez mais difíceis. à medida que os tempos iam passando, o país crescia como influência política, tomando um papel de suma importância na rede mundial. Porém um velho problema ainda vinha atormentando: A violência urbana. Era um sábado, e os jornais locais indicavam o que, em qualquer outro país, poderia ser motivo de crise político-econômica. Uma chacina, na cidade de Bangu, Zona Oeste do Rio de janeiro. A chacina, que ocorrera no dia anterior às matérias de jornal, acabara com a morte de 9 pessoas. Os jornais locais indicavam que o assassino, que usava uma Pistola 9mm prateada, com detalhes dourados, havia se matado, e a Polícia Militar, recolhido a arma.

Sábado, 15h30min. Carlos, nascido no subúrbio do Rio, e Riey, um japonês que veio para o Brasil junto aos pais, soltavam pipa, na maior doce inocência. Estavam juntos, eram amigos, e cada um soltava um pouco, até que, quando a estavam abaixando, a linha arrebentava, e ambos viam que ela ia caindo lentamente na parte de trás de uma casa, não tão distante dali. Imaginavam que ainda podiam pegá-la, já que a rua estava um tanto vazia.

Carlos Amaury -- Eita - Colocava sua mão em sua cabeça e levemente coçava a parte de tras, acima da nuca - - Acho que da para pegar concorda? - olhando para o seu amigo Japones

Riey Ryuuzaki --que droga...era pra ter puxado menos linha - observando o resto da rabiola desaparecendo por detras do telhado da casa - --ta é melhor irmos logo atras dela antes que alguem o faça. - ainda segurando a linha nas maos apenas olhava para o amigo - --o problema é se tiver algum cachorro la, ai teremos problemas - ja caminhando seguindo a linha enquanto enrolava a mesma em uma lata de ferro , a qual usava para segurar a linha

Carlos Amaury -- Hpf - Respira fundo, sua mãe era muito critica sobre esses assuntos, sempre lhe ensinando para não correr risco, afinal hojê não tem lugar seguro, principalmente como ela diz no brasil, mas não queria deixar seu amigo muito menos levar "zoação", então ficava ao seu lado um pouco receosso com a decisão de ir .... - -- Riey,...., eu, vamos la - Tentando pareçer corajoso para o amigo - - Se tiver um cão ali, é melhor voltar, tu sabe como esses cachorros de guarda podem ser, principalmente os da raça "Fila", eles são muito grandes, pelo menos eu acho - falava com incerteza


Riey ia caminhando, enquanto enrolava a linha que restara em sua lata. Logo depois, seguido por Carlos, que se mostrava um pouco receoso, iam em busca da pipa. Ambos sabiam que a pipa não custava mais que 1 real, incluindo rabiola, mas o instinto da infância se impôs sobre Carlos, já que Riey era indiferente. Fora criado no Japão, afinal, antes de chegar ao Brasil com 12 anos. Mais um menos uns 2 minutos e meio de corrida, e então chegavam ao grande portão de ferro azul. O portão tinha uma altura de mais ou menos 2 metros, assim como o muro chapiscado, este que tinha alguns buracos espalhados pela sua estrutura.


Riey Ryuuzaki --bem, é aqui. - parando de enrolar a linha e olhando o portao - ---TEM ALGUEM AI? - griatava enquanto batia alguma palmas tentando ser ouvido - ---OLAAA - ainda batendo palmas andava de um lado ao outro procurando por alguma fresta no portao ou no muro que lhe possibilitasse ver se havia alguem la dentro, e confirmar se havia algum animal de guarda caso precisasse pular o muro.

Carlos Amaury -- .... e - Estava precupado e nem sabia o que falar, tinha medo que a pessoa que fosse atender, fosse algum cara bravo ou até um velho razinza, que pudera jogar coisas ou até falar para sua mãe, isso sim seria ruim. - -- Aqui, pareçe um pouco acabado né? - Vendo seu amigo procurando um meio de espiar, conheçendo seu amigo, já sabendo como o mesmo era impulsivo, então tinha muita chance do mesmo querer entrar ali. - -- Riey, cara, não acho uma boa ideia, sabe, talvez o cara fique com raiva da gente ficar encomodando assim... - Sua curiosidade também estava falando, como seu instinto de "aventura", ao mesmo tempo que estava preucupado, também se empolgava, então olhava para a estrutura em si, procurando talvez, uma forma de escalar, apesar de ser no sub-cociente a ação de procurar um meio de ultrapassar o portão ou o muro que tinha buracos que talvez possibilitasse a escalada.



Estavam frente a frente com aquele portão, que dava sim um certo medo. Riey gritava incansavelmente, mas não havia uma resposta sequer. Apenas o silêncio pairava por ali. Será que o dono da casa estava dormindo? Não saberia, mas queriam a qualquer custo aquela pipa de volta. As frestas que o portão cedia não eram o suficiente para que pudesse enxergar algo no interior. Carlos, por sua vez, sentia medo, pensava nas possibilidades. Mas olhava para os buracos que haviam no muro, e via ali possibilidade de escalar o mesmo para chegar ao outro lado.



Riey Ryuuzaki após nao obter resposta ele logo para de gritar e bater palmas, logo parando por alguns poucos segundos olhando a frente - --é nao tem outro jeito mesmo - ja se aproximando do muro levava uma das mãos a um dos buracos fazendo força nos dedos para segurar o peso, e juntamente com um impulso para cima levava o pé direito para um dos buracos proximos,ja se mantendo preso ao muro ele olha pra tras - --so formos os dois da pra achar mais facil.... - ajeitava -se para nao escorregar , e logo subia todo o muro, passando uma das pernas por cima do mesmo para o lado de dentro ficando com a outra para fora, sentado em cima do muro - --voce nao vem nao?

Carlos Amaury -- Me diz novamente por quê eu só seu amigo? - Fazendo uma critica e uma brincadeira ao amigo, logo respira fundo - " Sabia que ele iria querer entrar...SABIA " - logo começa a se aqueçer, de forma leve, forçando um pouco as juntas de seu corpo, seu professor de Artes Marciais não gostaria que o mesmo se machucasse antes do campeonato, foi instruido a sempre se aqueçer antes de um exercicio que requer força consideravel, na sua frente suportario o peso do seu corpo de forma desconfortavel, as vezes talvez, usando só os braços caso alguma coisa aconteça.... depois de pequenos aqueçimentos, logo começa a subir verificando se cada buraco no muro, suportaria seu peso para que não houvesse algum acidente - -- Sabe, se eu me der mal...a culpa é sua, sabe disso né? - Olhando com cara de incerteza, estava brincando ao mesmo tempo falando serio.

Carlos Amaury No meio da subida, se depara com a ideia de altura, o muro e portão lhe dava medo, dava a ideia de infração que a mesma puxava a sua mente a consequencia.... sua mãe novamente, se soubesse haveria castigo, um dos severos por sinal, já não era mais um moleque que não sabe o que é certo e o que não é, infelizmente foi na corda de seu grande amigo japones, Riey.


Riey escalava lentamente o muro chapiscado, visto que os buracos que o mesmo possuia eram pequenos e era um pouco problemático encaixar os pés neles. Mas, ao ver que a metade de seu corpo estava para dentro do quintal da casa, Riey ouvia o coração pulsar de uma maneira brusca por um instante... Nunca tinha ouvido falar daquela casa, apesar de conhecer muitas pessoas naquela rua. Os dois amigos adentravam o quintal, e, de frente pra eles, uma casa simples: Uma porta de madeira fechada, sem janelas frontais, além do caminho para os fundos do quintal.


Riey Ryuuzaki jogava a perna que estava no lado de fora para dentro agora sentado de frente para casa - --ao menos nao tem cachorro por aqui...mas é estranho eu nao conheço ninguem que more aqui ou venha aqui.... - se virando para o amigo ao lado - --e voce sabe alguma coisa sobre essa casa ou qualquer que possivelmnte more aqui?

Carlos Amaury - Tem certeza ? - Sussurando para Riey, sobre o assunto do cão, ficava a olhar para todos os lados - - eu não tenho certeza, pode ter um cão nos fundos... - Continuava a falar baixo, por instinto talvez de infrator, não se tocando que estava "sussurando" - - Hum... - Rapidamente depois da pergunta tenta reconheçer o local, olhava para outros casas ou lugares adjacentes se possivel, para ter um ponto de referencia e buscar informaçoes se tiver sobre o local para poder responder a pergunta de seu amigo

Riey Ryuuzaki --bem ja chegamos ate aqui eu vou atras daquela pipa - se levantava ficando de pé sobre o muro com os braços esticados para os lados , começava a caminhar ppelo mesmo dando um passo por vez, levando cada pé a frente do outro nao dando possibilidade de ficar com o pé muito tempo no ar para nao cair - --mas´e melhor dar uma volta e olhar bem o que tem aqui


Não haviam quaisquer informações sobre aquela casa ao redor, e nem teria como saber. Porém parecia ser uma simples casa, e, se tivessem cachorros, com certeza eles já teriam vindo, pelos berros e palmas de Riey. A casa estava silenciosa mesmo, parecia bem seguro entrar naquele aposento, apesar da falta de informações. Riey, então, ficava de pé e caminhava pelo muro, passo a passo, tomando cuidado para não cair. Se equilibrando, ele dava a volta pela casa, e, chegando aos fundos, observava a pipa caída no chão, e, ao lado da pipa, um rolo de jornal.


Carlos Amaury -- Calma ai!, espera por mim.... - Iria seguindo Riey, mas não em pe, iria engatinhando para que não se machucasse, se isso fosse a ocorrer sua mãe, treinador e familiares, irião lhe reemprender, é a ultima coisa que queria ultimamente, bastava já a pressão que recebia. Sempre atento para o segui-lo de forma rapida e segura...

Riey Ryuuzaki --nao precisa me seguir assim, é so ir pelo outro lado que chegamos ao fundo e conseguimos ver a casa toda.... - logo que chega ao fundo ele para e ve a pipa ao chao ao lado do jornal - --mas esqueça ja estamos aqui, e olhando para o jornal me parece que hoje nao tem ninguem aqui mesmo,. - ja se sentando denovo no muro - --ta eu desço e pego a pipa voce fica ai em cima vigiando e me ajuda a subir na volta

Carlos Amaury Mota Azevedo Neto -- Acho melhor ficarmos juntos, por sinal, eu não me lembro de nada dessa casa, mas pareçe realmente que não tem ninguem já faz um tempo - Depois disso senta com uma perna para dentro e outra para fora, já em posição para ajudar o amigo a subir, quando pegar a pipa.... - -- Em pensar que é tudo pela pipa - Sorri rapidamente pois os dois querião muito a pipa mas....lembra-se é apenas uma pipa.... - -- Vai rapido... - Olhava para todos os lados possiveis, ficava viagiando para que nada pudesse aconteçer a seu amigo, apesar de um pouco covarde, pelo seus amigos é capaz de tudo.

Riey Ryuuzaki apoiando as mãos no muro joga as pernas pra frente e deixa o corpo escorregar para dentro devagar controlando o peso com os braços - --ta bom...


Riey então descia o muro, descendo com os dois pés juntos. O chão era cimentado, então o barulho feito pela sola dos pés dele foi mínimo. Sorrateiramente, aproximava-se da pipa, e, ao mesmo tempo, passava pela janela que tinha nos fundos. A mesma estava aberta, e Riey, não evitando em olhar lá para dentro, podia ver que havia, aparentemente, o mesmo jornal que estava ali no chão, ao lado da pipa. No entanto, o jornal que estava ao lado da pipa estava meio embolado em algo, visto que havia um certo volume no mesmo.


Riey Ryuuzaki pegava a pipa nas maos mas a curiosidade falava mais alto e ele logo se paroximando do jornal ao chao se abaixava para ver o que tinha dentro... segurava a pipa com a mao esquerda e levava a direita ate o jornal primeiramente apenas pressionando para tentar ver o que era e entao com cautela abrir o jornal ainda no chao para revelar o que havia em seu interior


Riey pegava a pipa com uma das mãos, e, com outra, ia aproximando-se do jornal, porém, antes mesmo de ele tocar o jornal, uma voz vinha da janela que estava aberta.
- PARADO AE, MERMÃO!!! TU VAI MORRER, RAPÁ, QUE QUE TU TÁ FAZENDO NA MINHA ÁREA, Ô MENOR??
Riey tomava um susto, e, por impulso, olhava para a janela. Um rapaz, moreno, bem magro por sinal, com cabelos bem duros e enrolados, apontava uma arma para a face do japonês. Ele podia observar que a expressão do rapaz que o mirava era de puro desespero... Ao ver melhor, assimilava-o com algo... A capa dos jornais de hoje. A chacina. Será... Será ele o assassino?
- PUTA QUE PARIU, MANÉ, TU VAI MORRER, TU VAI MORRER, EU SEI QUE TU É DA POLÍCIA, E TÁ DISFARÇANDO!!!


Riey Ryuuzaki ficava parado ali, qualquer movimento infalso ou muito rapido poderia assuta-lo ainda mais - --calma ae, eu nao sou policia...so vim aqui pegar essa pipa.... - se levantava devagar ficando de frente para o tal cara - --ta tudo bem, eu nao vi nada.... - sem que o mesmo percebesse colocava uma das maos para tras e fazia um sinal para seu amigo que tentasse dar a volta para distrai-lo e ter tempo de fugir dali


- QUE NUM É POLÍCIA O QUÊ, RAPÁ!! TU PENSA QUE ENGANA QUEM!?? TU JÁ VIU MINHA CARA, NÃO VAI FICAR POR ISSO MESMO!!
Suas mãos estavam trêmulas, sua pupila estava agitada, estava completamente deseperado, parecia estar alucinado. Efeito de drogas, talvez. Mas nada que o impedia de perceber as mãos de Riey pra trás, aumentando mais ainda sua desconfiança. Pensando que Riey estaria carregando uma arma, motivo de ele ter colocado as mãos pra trás, o rapaz puxava o gatinho, acertando dois tiros em meio ao rosto do japonês, que, por sua vez, caía pra trás. Carlos ouvia os disparos, mas não o via, visto que o cara atirara de dentro da casa.


Carlos Amaury Rapidamente, fica em estado catatonico, seu amigo estava......não conseguia completar o pensamento, num estado de furia desce do muro rapidamente, a vida de seu amigo corria muito perigo, se recusava no momento a pensar que o mesmo está morto, voando para cima de seu amigo o pegando em seus braços, não sabia de onde vinha exatamente os tiros mas sabia que era da cabana e de um louco sem duvida....Esqueçendo seus principios basicos de sobrevivencia, tenta pegar seu amigo e evitar qualquer angulo que pudesse dar vista para janelas e afins, seu objetivo era pegar seu amigo e leva-lo para o hospital...


Após dar os tiros, o rapaz travava os olhos no garoto morto. As mãos tremiam, a ponto de ele largar a arma, deixando-a no chão. Observava o outro garoto passando, e, desesperadamente, carregando-o. Estava sob efeito do crack, mas ainda sentia pena. Sabia que o rapaz não ia escapar com vida, e, vendo o outro na tentativa de salvá-lo, o tocava o coração, que não era nem pra ter. Não queria ver um garoto sofrendo pela morte do amigo, e, como o quintal era grande, e ele não tinha velocidade com o outro em seus braços, ele decidiu não ver mais o garoto sofrer por Riey. Pegava sua arma no chão, e, colocando parte do corpo pra fora, alvejava o garoto duas vezes, uma acertava a nuca e a outra, o queixo. Carlos imediatamente caía no chão, deixando Riey em cima dele. Era o fim...


domingo, 10 de abril de 2011

Avaliação - Chaos Dragon

Tokyo, 12/02/2000
A calada da noite já se aproximava, trazendo consigo o brisa fria da lua, algumas nuvens ao céu, mas dava-se para perceber a lua emergindo entre nuvens, caminhando pela rua, retornando de sua faculdade estava o jovem Riey Kiminaru, voltando para cara, seguia para o ponto de onibus como o de costume, porém algo estava diferente naquele dia...

A manhã já começara com a noticia tragica da morte de seus avós maternos em um acidente de carro, no pais onde estavam de viagem que era a coreia do sul, no inicio da tarde, o termino de seus relacionamento com sua namorada por traição dela, com seu melhor amigo, já no inicio da noite um virus, corrompeu a memoria de seu laptop nos laboratorios da faculdade, apagando toda a memoria, assim como fotos de momentos felizes de sua vida...

O ponto de onibus deserto estava, podia-se ouvir o barulho de grilos na grama proxima, o barulho do mexer das folhas da árvore tamanho ao silêncio local, até a propria respiração ele podia ouvir...

Riey Kiminaru com a lágrima nos olhos e a triteza no coração, parecia que sua vida tinha acabado e sua sorte ido embora, sua vida se tornou um verdadeiro inferno no qual só podia escapar morrendo, mas era covarde de mais para isso, além de ter medo de morrer, agora tinha raiva de viver - --Porcaria....tudo está contra mim?.... - derramando lágrimas das quais ele limpa com a mão - --Meus avós.....minha namorada.....até meu laptop, odeio essa maldita vida, odeio esse mundo.... - da um soco no poste com toda sua raiva e ódio - --Só me acontecem coisas ruins, nunca tenho sorte na vida? Nunca vou estar livre dessa maré de maldade que infelizmente caiu em mim? - continua chorando mas dessa vez sem limpar sua lágrimas, estava vazio e sem emoções alegres, perdeu a esperança e tambem a felicidade, só tinha tristeza, rancor e ódio no seu coração que agora bate lentamente

O tempo passava, e a noite cada vez mais fria ficava, as brisas incomodavam cada vez mais, talvez fosse um infortunio para ele, que no mesmo dia esquecera o seu casaco em casa, olhava no relogio de seu celular, o onibus já estava atrasado em cerca de meia hora, algo anormal para o dia, geralmente o onibus era pontual, atrasando no maximo alguns minutos, quando finalmente olhara para o horizonte e via as laternas de um veiculos, porém as mesmas ainda continuavam paradas... Algum defeito provavel, a se pensar, mas nenhum outro carro havia passado por aquela rua, apesar de noite carros costumavam passar ali com uma certa frequencia.

Riey Kiminaru Vendo que as coisas só tinham tendência a piorar, ja até perdia as esperanças de poder se aconchegar no ônibus quentinho, mas como o mesmo estava atrasado e Riey ja não se surpreendia mais, o mesmo ja nem mais querer com quem ia, apenas queria ir para casa, e apesar de frio que o deixava pálido, e com a pele sensivel ao toque, Riey resolve caminhar até o par de farois para ver se consegue uma carona - --Que ótimo, o ônibus atrasado e o vento me transformando em picolé, oque mais me falta a acontecer nessa vida horrorosa.....Atchim!.... - pega um lenço e limpa o nariz e assoa - --Eu e minha boca grande

Caminhava até se aproximar do carro, onde já via a tampa do capo aberta, a roda dianteira esquerda está furada na primeira impressão, um pouco mais afastado estava o que parecia ser um homem de estatura mediava, com uma tonalidade de pele caucasiana, em sua mão direita um celular, e trajava vestes como as de um executivo, cabelo curo quase nenhum ele apresentava, mas ao se aproximar já podia ouvir parte da conversa do homem no celular.

--... Como assim não dá para chegar até aqui!... Ponte quebrada? usem as outras oras! também estão quebradas? Não quero saber, eu preciso retornar a Italia ainda hoje, deem um jeito para isso. - A voz do homem tinha um sotaque notavel percebido, além de carregada de um certo tom de pavor.

Riey Kiminaru - ''E eu achando que era o unico com uma vida miserável'' - Se aproxima do estranho indivíduo e cutuca de leve no ombro querendo chamar sua atenção, sua expressão facial agora era de indiferença e seriedade, quase recuperado das lágrimas e sentindo que realmente não era o unico com problemas - --Ei...senhor, se importa de me dar uma carona - Tentando falar de um jeito amígavel, completando com um sorriso um tanto forçado, tinha pelo menos a esperança que aquilo seja sinal de boa sorte - ''Por favor só um pouco de sorte hoje, meu dia foi péssimo''

O homem um pouco assustado já se virara, era notavel o suor escorrer de sua testa apesar do frio, o homem desligava o celular, e guardava em um porta-celular na cintura, feito de couro.
-- Poderia, dar uma carona? Não vê como está o carro? Ele está quebrado ora... - O homem olhava para a direita, parecendo estar preocupado com algo... - Você viu aquilo? - Apontava o dedo ne adireção das arvores a beira da estrada - Esquece, eu devo estar maluco mesmo, estou vendo coisas o dia inteiro.

Riey Kiminaru- ''Pelo menos ele ta stressado com a situação, ja eu que to me lamentando aqui'' - Parecia ter levado um soco e mandado sua vida pro buraco, ja nem sabia mais oque fazer, nem sabia oque tinha pra dizer e apenas tinha como uma lembrança agradável o dia em que estáva com seus avós no parque municipal, mas depois das palavras do homem agora assustado logo olha para a direção que o dedo apontava - --vi oque?.....olha maluco tambem estou, cara você não faz ideia de como minha vida foi ruim hoje, bem boa sorte com a viagem de volta pra Italia - logo virava de costas e caminhava para seu apartamento, lentamente com a brisa gelada no rosto

O homem não respondia, ao jovem, que alguns minutos de caminhada depois, escutava um grito estridente do homem, como se ele tivesse quebrado algo ou perfurado por algo, em um instante de piscar de olhos, o barulho de explosão era ouvido, o vento um pouco quente batia em suas costas depois da explosão...

Riey Kiminaru Desequilibra para frente mas consegue por pouco recuperar o equilíbrio e olha agora apavorado para trás e vê o carro em chamas e o homem que estava lá....parecia não estar, ou ele sumiu ou a visão clara de Riey estava ofuscada pelo brilho das chamas - --Mas oque? foi aquilo? - agora sentindo o medo sugar a tristeza e a raiva e deixando seu corpo completamente estremecido, mas algo falava nele mas não a cabeça, e sim o instinto e assim Riey sai correndo até a delegacia mais proxima - ''Isso não pode estar acontecendo!!....minha vida piora a cada minuto, isso conserteza foi um ataque, terrorista? A Yakuza? eu não posso ficar aqui e ser alvo facil, eu tenho que sair daqui'' - correndo por sua vida, e correndo para sobreviver, podia levar um tiro a qualquer instante mas ninguem poderia dizer que ele não tentou correr

O jovem corria, corria como jamais correu em sua vida, a adrenalina estava presente, por alguns minutos dirigia-se em direção a delegacia, mas algo a notar até em seu momento de desespero que as luzes das casas a todo redor estavam apagadas, talvez fosse um blackout geral, ao fim da rua se deparava talvez com um obstaculo em sua frente, mais veiculos em chamas que impediam de prosseguir pela rua, então olhara para trás, e via as luzes dos postes começarem a se apagar da outra extremidade da rua até sua direção com um intervalo de cerca de um segundo, o que estava ocorrendo?...

Olhou para os lados, e via siluetas de talvez homens passando de um lado para o outro, indo de arvore em árvore, mas não tinha clareza, pareciam que os homens simplesmente eram rapidos de mais...

Riey Kiminaru: --Mas oque..... - praticamente seguindo seu instinto, lembrava das aulas de Karatê que tinha no colégio e do professor Tanaka Yujima, ele dizia que as vezes a bom sempre seguir seu instinto mas nunca esquecer que o racíocino sempre ajuda, e que nas horas que se sente medo, tinha que se lembrar o porque está sentindo medo, se é por estar encrencado ou correndo risco, o medo era como uma etapa que as vezes era preciso passar, e se lembrar dos momentos mais felizes nas horas de maior escuridão...Riey ao se lembrar das sábias palavras do seu professor, via o medo saindo mas ainda o pouco continuava, sua mente começava a clarear e a adrenalina se conter, se lembra de seus avós e que eles estavam olhando por Riey e nessa hora era a chance dele provar que não era um garotinho indefeso, e assim começa a racíocionar e pensar num lugar seguro para se esconder e olha para os lados e tenta achar esse lugar, não por medo mas sim por querer viver para mais uma chance de recomeçar sua vida novamente - --Vamos ver....tem que ter um lugar aqui, isso aqui e Tókyo, tem que ter algum lugar.....

Do lado esquerdo da rua, um quarteirão tomado pelas árvores, de onde vinha a principal fonte de preocupação, do lado direito, uma portão entre aberto de uma casa, onde o muro tinha não mais que um metro e meio de altura, dava-se para perceber uma arquitetura tipica do japão feudal na construção da casa, assim como algumas plantas penduradas no muro através de pequenas correntes do lado de fora, olhou novamente para o lado e conseguia ter uma visão da face dos homens que estavam atrás de si, uma imagem monstruosa, caninos longos, um face achatada, com olhos funebres, o corpo do home parecia recorberto por alguma especie de escama, mas não podia indentificar no momento do que se tratava devido a ausência de luz que se abateu com o ultimo poste se apagando.

Riey Kiminaru diz:
''Árvores? ou casa? Árvores? ou casa?'' - olha para os dois lados, e nem imaginava qual deles, mas o lado duvido era o das árvores, e ainda aproveitando os momentos de coragem que sobraram depois de ver a imagem horrorosa do ser, um calafrio mais gelado que a brisa, subia pela espinha e parecia querer sair pela garganta, e novamente o instinto o batia na cara e o fazia correr para a casa mas em seguida para, vendo o portão semi-aberto e o medo de achar alguma dessas coisas esperando por você e te atacar na hora? - ''Esse lugar me da arrepios'' - se lembrava da casa do Velho Muriki, um velho caduco e bem misterioso, muitos diziam que a casa dele tinha seres horripilantes, Riey e seus amigos quando eram crianças apostavam para ver quem seria corajoso de entrar no portão, lembrava de que Riey encarava isso com medo e o Velho Muriki o assustou..... - ''Bons tempos, mas agora e questão de vida ou morte...'' - fecha os punhos e tentava recuperar a antiga coragem, se consentrando nos sentidos da visão e audição e passa pelo portão olhando para todos os lados, esperando alguma criatura como essa

Passava pelo portão entre aberto, a unica luz do lugar, é a luz natural do luar, algumas árvores, meio distorcidas havia pela visão que tinha, na porta, ele via pendurado a alguns centimetros da entrada por uma corda a silueta de um corpo balançando, e uma cadeira caida do lado, escutava o barulho do portão rangendo logo atrás dele.

Riey Kiminaru: ''E agora....dentro da casa conserteza tem mais dessas coisas, e correr de volta não era um opção legal....agora percebia o porque adorava a antiga arquitetura japonesa, pilares e armações fortes, um bom lugar para fugir era o teto da casa, na ponta tinha um apoio e as telhas facilmente se soltavam, só um japones pra saber pontos fortes e fracos da arquitetura...se lembrava do dia em que estava no teto da sua antiga casa e que suas irmãs apostavam que ele não conseguiria descer de la, Riey logo sentia o pavor da altura e não era pra menos, 5 brutos metros de altura mas algo o fez pular de lá, mas não até o chão e sim até a árvore que usou para descer até o chão, e ganhou 100 mil iênes nisso - ''É isso....só tenho que repetir os mesmo movimentos'' - Logo corre até o muro e subir nele e de la arriscar um pulo até a beira do telhado - ''Eu tenho que sobreviver....bom pelo menos agora eu não posso morrer!!''

Riey Kiminaru: ''E agora....dentro da casa conserteza tem mais dessas coisas, e correr de volta não é um opção legal'' - Riey agora percebia o porque adorava a antiga arquitetura japonesa, pilares e armações fortes, um bom lugar para fugir era o teto da casa, na ponta tinha um apoio e as telhas facilmente se soltavam, só um japones pra saber pontos fortes e fracos da arquitetura...se lembrava do dia em que estava no teto da sua antiga casa e que suas irmãs apostavam que ele não conseguiria descer de la, Riey logo sentia o pavor da altura e não era pra menos, 5 brutos metros de altura mas algo o fez pular de lá, mas não até o chão e sim até a árvore que usou para descer até o chão, e ganhou 100 mil iênes nisso - ''É isso....só tenho que repetir os mesmo movimentos'' - Logo corre até o muro e subir nele e de la arriscar um pulo até a beira do telhado - ''Eu tenho que sobreviver....bom pelo menos agora eu não posso morrer!!''

O jovem Kiminaru, tentava realizar, o feito, porém não conseguira por causa de suas condições adversas, sua mochila e as roupas que usavam o prejudicava no movimento, fazendo o "escorregar" na rebatida que daria no muro, caindo ao chão sobre a grama do lugar, olhava em direção ao portão e percebia a silueta daquelas criaturas logo atrás dele, elas estavam se aproximando cada vez mais, tudo estava contra ele, a falta de luz, caido ao chão, um dia seguido de vários acontecimentos ruins, um lugar de clima sombrio...

A unica fonte de luz que tinha começava aos poucos a desaparecer, uma nuvem poderia estar cobrindo a lua em definitivo, em alguns instantes, talvez se tivesse sorte minutos, ainda poderia contar com a luz da lua...

Riey Kiminaru: ''E agora....minhas chances pioram....'' - Ja até estava perdendo as esperanças, oque poderia fazer? Correr uma hora vão te pegar, as coisas que ele tentou pioraram, só lhe restava uma coisa, entrar na casa e nessa hora se lembra que tinha trazido uma lanterna e algumas pilhas reservas, não era um kit completo de como sobreviver ao apocalipse, mas era oque tinha - ''Mas se eu entrar na casa e tiver mais daquelas coisas?'' - Surgira outra opção...pular o muro e continuar a correr ou dava a volta e chegava até a outra rua, tantas opções e muito duvidosas, estava num ponto que agora o instinto podia te levar a morte, e o raciocinio não funcionava - ''Realmente hoje foi o dia que estava previsto a minha morte, mas e agora para onde irei? Qualquer lado e um problema, mas oque me sobra agora e uma coisa, esperança, ah sim e mais uma coisa, como poderia me esquecer da coragem..hehehe'' - Logo se levantava e analisava toda suas opções, mas vendo que opções não eram boas, no escuro principalmente eram um problema, logo vendo que o universo estava contra ele, so lhe restava uma coisa, Riey larga a mochila e suas roupas pesadas, deixando apenas a camisa regata, a calça e o tênis....mas antes de tudo pega a lanterna na mochila e as pilhas e sobe no muro e arrisca o ultimo salto que lhe sobrava até a borda do telhado

O jovem Kiminaru, tentava seu movimento mais uma vez, largava tudo o que não era necessario em uma questão de reflexo, e logo prosseguia, com seu movimento, talvez não pegara muito impulso dessa vez, o que resultou que se pendura-se a beira do telhado, com um dos braços, enquanto com o outro segurava a laterna, as criaturas já se aproximavam pela silueta que via, uma suor escorria-lhe pela face, a adrenalina estava todo vapor no momento...

Riey Kiminaru: -''Não.....morrer nunca.....agora não da pra morrer.....'' - Com toda a força que lhe restava logo tenta subir pela beirada, uma os pés como apoio e os pressionavam em algum lugar ao alcance, estava suando bastante e o medo de cair? e a Raiva de não ter forças para subir? So lhe restava isso e a força dos braços, mas conseguia ter talvez sua ultima lembrança, ele se lembrava de quando se machucou de bicicleta e seu vô vou ajuda-lo, as unicas palavras que seu vô disse, ao mesmo tempo que ele estava sorrindo...era...''que o verdadeiro homem não desiste nunca'' - ''O verdadeiro Homem não desiste nunca....eu nunca vou desistir!!!'' - Usa toda sua força para viver

Fazia força no braço que estava segurando na beira do telhado, em seguida apoiava os pés, jogava o outro braço para cima do telhado onde finalmente subia, se sentia exausto no momento, ficara um tempo deitado no telhado de costas para cima, onde via sentia as primeiras gotas de agua baterem em sua testa, era o inicio da chuva, que levava o suor da testa consigo...

O jovem Kiminaru, escutava o barulho de quedas abaixo do telhado, as criaturas estavam tentado repetir o mesmo processo que ele, mas talvez para sua sorte sem sucesso, um sentimento de alivo bateu, mas antes que pudesse respirar aliviado, via a mão de uma das criaturas, na beira do telhado, não dava para ver claramente por causa da chuva e a ausencia de luz...

Riey Kiminaru - ''Assim não dá....será que ta tudo contra mim mesmo?'' - Pega sua lanterna e retirava a camisa, cobria a lanterna com a camisa e a ligava para ver claramente de quem era a mão, o terror batia em sua cara como um valentão socava um nerd, mas havia entrado numa luta as cegas, a pequena quantidade de luz realmente incomodava muito - ''Droga lutar contra essas coisas e bem problematica'' - Logo vendo que não tinha saída se vira e olha para a rua, rapidamente vira a lanterna para a descida e derrapa pelas telhas até o outro lado - ''Agora sim eu to encurralado, mas eu ja não tenho mais chances, ou as tenho e não to conseguindo raciocinar direito....odeio esse instinto'

Direcionava a laterna para a mão, e via o que parecia umas escamas em um tom verde-abacate, olhava em direção a rua adjacente, que tinha também os postes com suas lampadas apagadas, mas podia notar que na rua parelela havia ainda energia nos postes, tanto nas casas, deslizava pelos telhados onde quase caira se não fosse pelo seu reflexo, onde direcionava a lanterna para o chão, e via quadrados de pedras do que seria da varanda da casa, o muro, estava proximo, cerca de um metro da beira do telhado, olhava para trás e via a silueta das criaturas, andando em sua direção meio desajeitadas se desequilibrando pelo telhado...

Riey Kiminaru: "Agora sim....um pouco de sorte eu acho, acho que vou uma chance se eu atravessar esse muro'' - Sorri pela primeira vez esse dia, parecia que não desistir fez sua sorte mudar, estava feliz pela sua teimosia de viver e muito agradeçido pelas palavras de seus amigos e familiares, logo tomando fôlego salta de la até o chão se apoiando na beirada e a soltando em seguida e se lembrava de tudo oque passou e o porque conseguiu, e tenta pular muro se saisse bem da descida do telhado

Saia da descida do telhado, e já pulava o muro com facilidade, ele escutava o deslizar as criaturas no telhado, parecendo que elas tinha caido de lá, a chuva ainda caia, estava finalmente com vantagem para correr quem sabe fugir de vez, daquela ameça que esta o assolando no momento...


Riey Kiminaru: - ''Finalmente....agora sim vamos sair desse lugar de uma vez'' - sentindo a alegria pela primeira vez, mas sem baixar sua guarda e o espirito de luta, sabia que aquele apocalipse não tinha acabado e logo corre o mais rapido que pode até a Delêgacia mais proxima e la avisar as autoridades, logo corria com toda sua força e suportando toda sua fadiga e olhava para cima, e jurava que podia ver sua família torcendo por ele, e o porque isso fazia ele recuperar sua força de vontade e sua coragem ninguem sabe.... - ''Vamos la agora e tudo ou nada...mas pera...essas pessoas vão morrer sem nem saber oque está acontecendo...eu tenho que avisa-las'' --Atenção!!!! Se protejam rapido!!! Barriquem as portas e se armem, ou melhor!! Saiam logo de suas casas agora!!! - Gritando com a força dos pulmões e ainda correndo até a delegacia, tinha no rosto um olhar determinado e firme de que ia conseguir sair daquele inferno

Riey Kiminaru estava a salvo, a delegacia chegou onde contou todo o relatado e foi embora para casa, onde na manhã ouvia no radio local a noticia:
"Um grupo de terroristas foi preso no final da noite passada, graças aos esforços do Jovem Riey Kiminaru, porém fora constatado que este mesmo grupo terrorista fantasiado como lagartos, tiveram sucesso em seu ataque, matando o embaixador italiano que estava em visita ao pais, a autoria dos ataques foi dada ao grupo dos lagartos da noite." - Riey ia até a cozinha e abria a geladeira, uma explosão ocorreu, ainda consciente após a explosão sentia o sangue escorrer pela sua face, onde podia escutar o resto da noticia do radio. - "O grupo de terroristas, prometeu vingança a aquele que o entregou..."- A voz do radio cada vez mais fraca ficava, e sua vista era completamente tomada pelo sangue, tudo ficava escuro... era o fim para o jovem Riey Kiminaru.
End of test.

Avaliação Fewën

Moscou, 15 de Outubro de 2009.

Ivan Dragunov...
O dia frio, comum aos ambiente soviético estava presente como na maioria dos dias, ele olhava pela janela se seu escritório os flocos brancos da neve caírem sobre o telhado das casas de um bairro no subúrbio da capital, o seu turno já estava no fim, o escritório fechou cedo neste dia, mais cedo que o normal...

Em seu humilde carro dirigia pelas ruas congeladas, até sua casa nos interiores de Moscou, um acidente da estrada havia tido, o que o obrigou a tomar uma rota até então desconhecida para ele, sem mapa pela longa estrada ele ia, mas uma grande nevasca se abate sobre a estrada, sabia que não poderia prosseguir, mas também não poderia parar, assim no meio da estrada deserta, o relógio em seu pulso já mostrava 23:23, para a sua sorte em meio a nevasca via a silhueta de uma casa com um aspecto um tanto sombrio, mas não tinha escolha, pois a direção já estava difícil, e poderia provocar um grave acidente com ele mesmo, onde ninguém provavelmente encontraria seu corpo.

Ivan Dragunov: - Vou me odiar pelo resto da vida.... - dizia baixo ao avistar a casa, respirava fundo e deixava o carro seguir por inércia até perto da casa, deixava os faróis altamente acessos e permanecia no banco por alguns minutos, levava a mão ao queixo e com a mesma coçava a cabeça, o breve tempo de vácuo mental some, fazendo com que o homem buscasse algo no porta luva que poderia salvar sua vida.

O porta luva se abria, talvez, com mais força que o normal, podia ouvir os estalos do motor, em seu portas malas, alguns papeis de balas amassados, onde costuma jogar os papeis de bala que comia..., via também fotos antigas, de passeios nos campos floridos da Holanda onde passou as ultimas ferias com a família, uma lembrança que talvez quisesse esquecer, pois foi nestas mesmas férias que ocorreu a morte de seus dois irmãos, em um acidente de carro, além de um isqueiro antigo que comprara para colecionar, um que jurava que havia perdido, o carro parava próximo a casa de madeira de dois andares, onde galhos de uma árvore coberta de neve batia na janela, havia uma pequena estrada de pedras cobertas recentemente pela neve que leva até a porta da casa, após uma cerca feita de arames e madeira, não era possível ver mais nada por causa da neve que caia...

Corria os olhos pela outra janela e tivera a impressão de um piscar de olhos de ter visto alguém na mesma, mas só fora impressão...


Ivan Dragunov agarrava o isqueiro com força. - - Isso não foi impressão, oh inferno.... - respirava fundo, contendo os nervos. - -- Eu não gosto de filmes de terror, por que acho que estou em um ?? - tirava a chave do carro, deixando os faróis baixo acessos. - -- Lanterna, eu não tenho lanterna. - abre ocompartimento secreto do meio do painel que todo carro tem e ninguém sabe, havia balas. - -- Se eu morrer, pelo menos tem bala. - pegava todas dali e guardava no bolso da jaqueta, inquieto procurava por todos os cantos do carro algo que não se sabe o que é. - -- ....Eu não quero ir lá.... - certificava que o isqueiro e a chave estariam bem seguradas, abre a porta do carro rapidamente e o tranca, fitando a casa por mais algum tempo.

O frio começava a incomodar Ivan, o motor do carro parava antes mesmo que pudesse, talvez ligar o motor do mesmo, pelo carro nada de útil encontrará, além de algumas fotos, de família, papeis, a mala do escritório, onde estava os documentos, além de seu velho casaco que o acompanhara neste tempo, o caso de algodão tinha dois bolsos, o direito onde enfiou a mão e sentiu o seu celular, mas ao olhar a bateria no mesmo, somente via uma barra, já estava no fim, fitava a casa e via mais uma vez, e novamente tivera visto em uma das janelas a segunda do segundo andar a contar do direita para esquerda, a imagem de um homem, com talvez uma mascara, mas sumira quando piscou os olhos...

Ivan Dragunov: -- Eu vou te queimar... - já estava ficando irritado, se dirigia para a porta da casa, com fúria no olhar e no pisar, e sem nada a pensar, mantendo a respiração forte, junto com as involuntárias batidas de medo do coração, lá, esmurrava a porta. - ---- TEM ALGUÉM EM CASA ?

Ivan ia direto em direção a porta, se ao menos se quer olhar para os lados... Talvez fosse melhor realmente não saber o que poderia estar no quintal, batia violentamente na porta frágil de madeira, quando na terceira batida ele ouvia o ranger da porta se abrindo...

Ivan Dragunov: -- ........... - Pulava para trás, o susto foi tanto que se fosse cardíaco, teria morrido alí mesmo, as mãos desgovernadas arrancam o celular do bolso e as pernas jogam o corpo para trás, os olhos fitavam a porta, com medo, mas com mais medo ainda de não ver.

A porta terminava de abrir, a fraca lanterna do celular, dava-lhe não mais do que um metro de visão clara a frente, mas assim que a porta terminava de abrir, para o seu espanto, não notava alguém do outro lado, logo após a entrada ele podia averiguar, um interruptor na parede próxima a entrada, assim como a silhueta do que parecia um homem de cabelos alongados e cacheados, além de parecer uma espécie de um objeto no que seria sua mão direita.

Ivan Dragunov: - encostava o celular no chão com a lanterna para cima, e o deslizava para direção do que poderia ser um homem, deixando o isqueiro na mão oposta pronto para uso, permanecia fora da casa.

Com um certo temor, ele abaixava a alterna do celular, e notava uma espécie de vulto passando do lado do homem para o outro lado, onde desviava sua atenção, mas ao voltar em direção ao homem com a lanterna, já não via mais sua figura, somente uma espécie de balde grande e de ferro...

Ivan Dragunov: -- Já chega! Isso não existe! - acendia o isqueiro e marchava em direção ao interruptor para acendê-lo.

Ivan ia em direção ao interruptor com o isqueiro, mas assim que chegava perto as chamas tremulavam, mostrando uma espécie de mancha sobre a parede, o que poderia ser? Apertava o interruptor, uma vez, e ouvia o barulho de algo zumbir, que logo cessava, desligava, e apertava de novo... Novamente o barulho de um zumbido seguido de um clarão e um estalo...

Ivan Dragunov: -- ÓTIMO! - gritava junto com o estalo. - -- Mancha de sangue, curto circuito, homem querendo me matar, não pergunto o que falta para não piorar. -analisava a mancha na parede, sempre olhando em volta por alguns instantes.

A luz existente somente o do isqueiro no momento, sentia algumas espécies de impactos sobre o corpo, como se fosse areia, na parede, as manchas não eram avermelhas, porém azuladas, como se fosse tinta, elas pareciam dizer algo... letra por letra ele leu...
N...Ã...O...E...N...T...R...E...N...A...M...I...N...H...A...C...A...S...A... Lia a frase que dizia... Não entre na minha casa... O que isso poderia dizer? As chamas do isqueiro tremulavam, e ele começava a ouvir o zumbido de algo dentro da casa.

Ivan Dragunov: -- Não entro! - saia da casa e apagava o isqueiro, indo para o carro. - -- Não quer ajudar, eu cavo um iglu para mim, sem problemas! - ao chegar perto do carro, olhava o quintal, embora passase direto anteriormente, tinha a curiosidade.

Quando, olhava de volta para o carro tinha a impressão de não vê-lo mais, corria para o próximo do carro e constatava que realmente ele não estava mais ali... Com um certo temor, olhava para o quintal e via a neve sobre ela, com algumas espécies de volumes como se fossem calo por cima deles, o que poderia ser?...

Ivan Dragunov: -- Agora é pessoal. - buscava qualquer galho caído da árvore para fazer dele uma mortal arma, sempre olhando para o quintal e a porta.

Não havia galhos por perto de onde estava necessitava ir para o quintal, para talvez achar algum, no quintal nada acontecia, enquanto vagarosamente dava os passos adentrando, a neve cada vez ficava mais intensa, sabia que poderia morrer se ficasse do lado de fora...
Ivan Dragunov: -- Esquece quintal. - apressava o passo para a porta que outrora esmurrara, ficando dentro da casa, mas quase em sua frente, acendia o isqueiro e buscava por papéis, que por ironia, tinha vários no carro, papéis que o prendia no trabalho, e nessa hora seriam de vital importância.

Assim que Ivan se aproximava da porta, acendia o isqueiro em busca de papeis, próximo, mas assim que se distraia, escutava o violento barulho da porta de fechando, seguido de barulhos de janelas se fechando violentamente, o trancando do lado de fora...

Ivan Dragunov diz:
-- Mas você não deixou escrito que não me queria aqui ? - ainda se contraindo para se aquecer. - -- Se quer me matar venha na luz, vamos brigar de forma justa... - acendia novamente o isqueiro e tentava colocar fogo em algo, precisava poupar o fluido.

Não se ouvia resposta, além do barulho da chama se queimando, a única coisa que poderia queimar seria suas roupas, ou quem sabe o pedaço de madeira velha, quase solto na varanda da casa onde estava.

Ivan Dragunov: -- Se eu tirar o casaco, eu morro pelo frio, se eu mexer nessa madeira, alguém me mata...Mãe natureza, ainda não será sua vez. - chutava com o calcanhar o pedaço pendente até que se soltasse.

A madeira soltava sem nenhuma dificuldade... Já podia acender, assim que encostava no isqueiro as chamas tremulavam com o vento tornando difícil acender o mesmo, até que escutava o barulho de algo se arrastando pela neve...

Ivan Dragunov: " É o vento, é o vento". - puxava a madeira para perto do casado, deixando bem próximo ao corpo, usando-o para bloquear o vento.

Aproximava a madeira do corpo, e encostava o isqueiro na madeira, onde percebia que o fogo não parecia surtir efeito, a madeira estava umida... O barulho de arrasto sobre a neve estava cada vez mais próximo, de relance olhou para a janela em sua frente, onde via a imagem do mesmo homem novamente aparecer e desaparecer...

Ivan Dragunov guardava o isqueiro e batia com a madeira na janela. - -- VEM MANO A MANO, FILHO DA PUTA! - pegava o isqueiro novamente, e explodia adrenalina pela corrente sanguínea, acendia brevemente o isqueiro e memorizava o local, logo o apagava, dava 2 passos, acendia novamente, memorizava, e o apagava, fazia isso para reconhecer todo o local.

O vidro quebrava pela violência da pancada, espalhando os cacos dentro e fora da casa... Ivan começava a reconhecer o local onde estava, até na terceira vez que tentou acender o isqueiro, ele não acendia, falhava... o barulho de arrasto de repente não era mais ouvido... Ele somente sentia a neve fria bater em suas costas por causa do vento...

Ivan Dragunov: -- Isqueiro acabou, a bateria também, estou no escuro com alguem lá fora que quer me matar ou de infarte ou esfaquiado. - buscava luz para o que considerava interior da casa.

Olhava o chão, talvez por sorte, aos pés da mesma janela onde quebrará o vidro uma caixa de ferramentas, ele não podia entrar na casa, escutava o barulho do zumbir de novo, o mesmo barulho que tinha ouvido ao entrar na casa...

Ivan Dragunov diz tirava o braço direito do casaco e colocava o toco de madeira que conseguiu, substituindo o braço, esticava a manga do casaco para dentro da casa através da janela e o agitava um pouco, sempre olhando em volta.

Ivan realizava seus movimentos, esticando o braço janela a dentro, porém nada acontecia, ouvia o ranger da madeira, como se passos pesados estivessem andando por cima da velha madeira da varanda...

Ivan Dragunov abandona o casaco, dando uma passada para frente e rolando o corpo, tentando ver se havia algo atrás no final do movimento.

Ivan, rolava para trás, mas seu corpo não respondia a tais movimentos... prejudicando-se no meio do caminho, terminava o movimento quase caindo, e logo em seguida... somente sentia a pancada na nunca... Tudo ficava escuro...
End of Test

Descrição dos Status

Novas saudações, afilhados. Venho, dessa vez, complementar o post do nosso amigo Aracnes, colocando assim uma explicação mais específica sobre os Status no A.W.S.

A Hierarquia é dividida por estrelas, tendo a "Cabeça" como topo. A mesma é formada pelos criadores do clã: Don Corleone, Aracnes, Kuroro, Kaliel e Passolargo. A partir daí, por ordem de nível descendente, explicarei brevemente o papel de cada um no clã:

A Cabeça = Grupo de criadores do Another World Society [AWS], responsáveis por conduzir todas as atividades do clã e o gerenciamento de membros e testes de admissão. São a autoridade máxima no grupo. Qualquer um da Cabeça pode aplicar o teste de avaliação, tendo cada um seu próprio método de jogo, assim como preferências.

5 estrelas = Estão apenas abaixo da Cabeça, tendo voz ativa e sempre de suma importância dentro do Clã, um jogador de um bom nivel, tendo direito a participar de reuniões do clã, além de aplicar avaliações sob autorização da Cabeça e ter direito de opinar sobre tal, podendo ser considerada ou não pela Cabeça. São os membros de Elite do Clã, tendo uns dos melhores jogadores.

4 estrelas = Estão em uma posição elevada na Hierarquia, tendo voz que, na maioria das vezes, é considerada dentro do Clã nas opiniões, um jogador de nivel alto, mas que ainda peca por detalhes. Pode vir a ser convidado a participar de reuniões, assim como ser convidado a aplicar o teste para novos membros, porém não podendo dar as notas.

3 estrelas = Voz que pode vir a ser considerada, dependendo da situação, pela Cabeça. Jogador de nivel intermediario ou em ascensão, através de bons argumentos sua opnião pode ser vinda a ser levada em pauta, assim como ser convidado a assistir avaliações de novos membros somente como auxiliador.

2 estrelas = Jogador acima de iniciante, porém ainda podendo ser auxiliado para a melhora em seu jogo, além de ter uma cobrança maior por parte dos instrutores de estrelas maiores, a serem designados para ele, além de ter a oportunidade, de fazer os testes com novos candidatos somente para experiencia. A partir desse nível, a Tag do Clã já fará parte do Nome do jogador ( [»¯¦A•W•S¦¯«] ).

1 estrela = jogador iniciante, de nivel baixo, responsável por buscar melhorar com outros de estrelas superiores, além de ter o direito de ser ajudado quanto a relação a jogos. Apesar de ser considerado do Clã, não tem o dever, e nem o direito, de pôr a Tag do Clã no Nome do jogador.


Don Corleone.

sábado, 9 de abril de 2011

Sobre Avaliações.

Por meio deste Post venho por explicar, como funciona as avaliações para entrada ao clã, primeiramente a avaliação é feita por um programa onde é possivel se jogar RPG online, onde o qual a A.W.S. se localiza, o RPg2ic, onde o download pode ser feito através do Link Abaixo.

http://rpgonline.com.br/

A avaliação nada mais é do que um jogo rápido com duração minima de uma hora, onde será avaliado o nivel de jogo do candidato onde o mesmo, será enquadrado através de estrelas, para determinar o seu nível, a nota a ser utilizada para tal consistira da avaliação de cinco quesitos, Interpretação, Bom Senso, Iniciativa, Criatividade/Mentalidade, Atenção. Após o termino da sessão de avaliação, o arquivo referente a sessão jogada, será enviada aos lideres do clã onde os mesmos avaliaram e darão a nota. A nota final para o enquadramento e ao entrar no clã equivalera a média da nota dos cinco lideres.

Nota final em relação as estrelas dentro do clã:
0 à 19.9
Resultado: O avaliado não será aprovado a entrar no clã.
20 à 30
Resultado: O avaliado está aprovado com o Status de uma estrela.
30.1 à 50
Resultado: O avaliado está aprovado com Status de duas estrelas.
50.1 à 70
Resultado: O avaliado está aprovado com Status de três estrelas.
70.1 à 90
Resultado: O avaliado está aprovado com Status de quatro estrelas.
90.1 à 100
Resultado: O avaliado está aprovado com Status de cinco estrelas.

Atenciosamente, Aracnes.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O que é RPG?

Role-playing game, também conhecido como RPG (em português: "jogo de interpretação de personagens"), é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.

Os RPGs são tipicamente mais colaborativos e sociais do que competitivos. Um jogo típico une os seus participantes em um único time que se aventura como um grupo. Um RPG raramente tem ganhadores ou perdedores. Isso o torna fundamentalmente diferente de outros jogos de tabuleiro, jogos de cartas, esportes ou qualquer outro tipo de jogo. Como romances ou filmes, RPGs agradam porque eles alimentam a imaginação, sem no entanto limitar o comportamento do jogador a um enredo específico.

O RPG tem seu uso amplamente incentivado pelo Ministério da Educação (MEC) como método de ensino. É usado para aguçar a cooperação mútua e o raciocínio lógico dos estudantes.



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Role-playing_game


A definição acima nos mostra o que é RPG, mas creio que todos que lerem o blog já devem imaginar do que se trata, mas por que então colocar novamente? Pelo simples fato que muitos em si não lembram da essencia do RPG, que é a diversão, e por isso ve-se em muitas mesas de jogo por aí conflitos serem realizados.

É preciso lembrar que o RPG é nada mais que um outro metodo de lazer, onde os jogadores estão para se divertir, e esquecer os problemas ao menos temporariamente, esse é um dos principais objetivos para que o clã A.W.S. fora criado, para reunir jogadores que tem como intenção a diversão no jogo.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

O que é o AWS?

Saudações, meus afilhados. Venho, através desse, blog vos apresentar o Another World Society, ou simplesmente o AWS. Primeiramente, sou Don Corleone, um dos líderes em questão, mas, por meio deste post, represento a voz dos outros: Aracnes, Kaliel, Kuroro e Passolargo. O AWS foi criado, a princípio, de uma idéia para montarmos um grupo de RPG, no início sem compromisso. No entanto, nós fomos percebendo que a idéia foi tomando grandes proporções, e assim surgiu o Clã.

Temos um longo caminho pela frente, pois, por mais que nossa idéias se concretizem da melhor maneira, sempre há o que melhorar. Tão inegável quanto isso é, que antes de sermos apenas mais um grupo, somos uma família. Uma família educada e generosa. Temos o intuito de ajudarmos uns aos outros em nossos problemas, mesmo quando os mesmos tomam proporções pessoais. Além de nos ajudarmos no jogo de RPG, nos ajudaremos no jogo da Vida, onde as crianças choram, os pais choram, onde Deus chora.

Essa é a idéia... Fazer um mundo melhor. Por enquanto é só, e grato pela atenção.

Don Corleone.